-Talvez não, sabe que lugar é esse não é?- disse Agumon tremndo.
-Sei sim, e acho melhor a gente dar logo o fora daqui- disse Caio enquanto girava olhando em sua volta.- bom, ali é o deserto gelado não é? Aquele que tem o tal calabousso?
-Parece que sim.
-Então não estamos tão longe, embora, como eu não reconheço essa área onde a gente está, imagino que estejamos em outra extremidade do deserto.
-O problema é que não sabemos o tamanho dele.
-Nem a área o que acaba com a gente, se ao menos tivessemos uma bússola.
-Espera aí, eu sou um Digimon ou o que? Metal Greymon pode voar esqueceu?
-Parece que o mais óbvio as vezes fica imperceptivel, então pronto?
-Pronto.
Caio ativou seu GD fazendo com que em segundos Agumon atingisse a forma de Metal Greymon, e no momento seguinte ao que seu parceiro subiu as suas costas, Metal Greymon voou e em poucos instantes estavam no meio ou talvez ainda longe de lá, mas não se via mais nada além de uma expessa massa branca sob eles, Metal Greymon continuou penetrando para dentro do deserto, distanciando-se cada vez mais da superficie, aquele lugar não tinha boas histórias e eles não podiam arrumar mais problemas do que os que já tinham.
-Metal Greymon, você acha mesmo que o deserto ainda pode atrair alguém pro calabousso?
-Claro, se ele fez isso com nossos amigos, por que não faria de novo?
-Não sei, é que bem, lembra que eles falaram sobre ser o calabousso de Marin devimon? que era um dos mestres da escuridão? então se nós derrotamos eles, será mesmo que o deserto continua como antes?
-Pra falar a verdade agora eu fiquei confuso, mas enfim não vamos ser nós que vamos tirar a prova.
-Você está certo, seria estupidez.
-Não consigo encontar o fim disso, talvez eu devesse subir mais até termos uma boa visão de tudo.
-É, apesar de tudo abaixo ser congelado, não tem muitas nuvens, o que não vai dificutar, mas não é estranho? mesmo quase sem nuvem alguma, ainda sinto bastante frio.
-É o mundo digital, nem adianta querer explicações- Metal Greymon aumentou a velocidade em que subia, e quando percebeu, estavam a uma altura tão intensa que se tinha uma visão não só de todo o deserto gelado, mas de vários outros pontos, inclusive o que eles reconheceram pelas pontinhos escuros em forma, um vilarejo muito familiar.
-Encontramos!- disse Caio feliz, quando , Metal Greymon voava em direção do vilarejo, reduzindo a altura.
[...]
Elves, folheava um livro cuidadosamente, estava na biblioteca do sesc, um clube da cidade, entre duas prateleiras grandes que o distanciava das poucas pessoas nas mesas do lugar, o que as impedia de ver Tentomon que se esgueirara para fora da mochila que Elves carregava.
-Então? Você vai me dizer o que está pretendendo?- perguntou Tentomon.
-Calma eu disse que ia, era só encontrar o livro certo.
-Liro certo, ok mas pra que?
-Tentomon, esse e um livro sobre informática, diversas áreas dela, e tem passos importantes sobre a realização de inúmeros programas, inclusive, o que eu mais queria, o anti-virus, vários deles, os mais eficazes.
-Sim, e daí?
-Tentomon, se eu desenvolver um anti-virus eficaz o suficiente como o que para o cavalo de troia, o Troi Horse, isso pode nos ajudar bastante.
-Mas Elves, os outros devem ter pensado nisso, mas apesar de nosso mundo e suas criaturas serem digitais, talvez não possamos resolver alguns problemas pelo computador.
-É? Por que não? Pelo que sei Digimons existem por caracteristicas e informações criadas num computador, podemos ir e vir do Mundo Digital por conta de um programa desenvolvido num computador, então por que a solução também não pode ser encontrada ou feita por lá?
-Mas o problema é? como você vai dar vida ao anti-virus para poder usá-los?
-Hum, veja bem, se você fosse capturado pelos Digimons do Troi Horse, você ficaria amaldiçoado?
-Não, você sabe o programa do chip que o Piximon entregou, ele foi colocado no GD e isso passa a fazer parte do Digimon e do parceiro protegendo-o.
-Você acabou de responder a sua pergunta.
-É claro, você vai estalar o programa nos Gds e nos Digimons!
-Isso, mas isso por enquanto é só entre eu e você e eu quero que você confie em mim Tentomon, por que eu vou ter que usar em você primeiro
-Tudo bem Elves, eu aceito ser sua cobaia.
-Valeu tento, e por enquanto nem um piu disso com ninguém ok?
-Claro!
[...]
-Chegamos, enfim!-disse Metal Greymon pousando.
Os syakomons do vilarejo assustaram-se , mas logo começaram a festejar como se já esperassem que eles aparecessem.
-Mas se não é o nossol ibertador!- falou Piximon que já voava até a cabeça de Metal Greymon.
-Olá Piximon!- falou Caio
-Como vão?
Caio desceu do ombro de metal Greymon antes d'ele regredir novamente para Agumon, enquanto Piximon e os Syakomos os conduziam hospitaleiramente para dentrpo de uma das casas.
-Então, como estão os Digi escolhidos?- perguntou Piximon
-Bom, digamos que a maioria está bem.
-A maioria? Como assim o que tem acontecido?
-É uma longa história Piximon, mas eu não posso te contar tudo agora, eu estou aqui por que preciso da sua ajuda.
-Claro, mas como é que posso ajudá-lo.
-Será que você podia permitir que um dos Syakomons voltasse a terra com a gente?
-Voltar a terra... com vocês? Mas por que?
-Ah tudo bem, parece estranho, mas é urgente eu vou te explicar- Caio contou a Piximon tudo sobre a chantagem do Jones, abordando os pontos mais importantes sobre os motivos que os levaram a estar nessa situação, e trazendo um pouco das informações sobre o que tinha acontecido ultimamente com eles, mas a resposta de Piximon acabou não sendo a que ele queria.
-Eu acho que você não vai poder levar nenhum deles.
-Mas Piximon, é urgente!
-Eu sei, mas não é questão de não deixar, é questão de não ser seguro.
-Como assim?
-Os Syakomions, eles tem dados de um programa chamado detector de mentiras.
-Mas isso não é problema, podia até ser últil...
-Mas é que eles não só detectam quando alguém mente, mas simplesmente não conseguem nem podem mentir.
-Isso dificulta um pouco as coisas- disse Agumon
-Exatao, se ele deverá fingir ser parceiro desse garoto ele não vai conseguir, os Syakomons são criaturas puras e embora a causa de vocês seja boa, não seria seguro que ele revelasse suas verdadeiras intensões não é?
-Você está certo.
-bem, então acho melhor sairmos e procurarmos ajuda de algum Digimon- disse Agumon
-Mas isso não vai ser fácil Agumon
-Mas não podemos desistir Caio, é isso ou sermos entregues pelo Jones.
-Você está certo, mas e nossa volta, aqui não teremos noção de tempo, temos que voltar ainda no domingo.
-Isso eu acho que posso ajudar, a que horas vocês sairam da terra?- perguntou Piximon
-Eram quase duas da tarde- disse Caio
Piximon foi até a parede que parecia ter varias gavetas e de uma delas tirou algo azul, redondo que parecia um relógio, mas tinha cem pontos no lugar de doze e os ponteiros que eram quatro giravam hora rápido hora lentamente, e entregou a eles.
-Isso é um medidor, aqui, dos cem pontos mudando o jeito de interpretalo podemos saber o horário de outra parte do Mundo Digital, e até do seu mundo, então prestem atenção, aqui o grande ponteiro está no quinto ponto, se voltarem pra terra antes de chegar no ponto dez, voltarão no dia que vieram, depois disso pode ser que voltem depois, ou muito depois.
-Mas está bem rápido- disse Caio
-Isso é relativo, ele pode até parar ou ir bem lentamente, mas é o que eu posso fazer por vocês.
-Tudo bem, já que não temos outra escolha, então vamos agumon, não podemos perder tempoi, Adeus Piximon e obrigado.
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