Isaac foi quem mais sentiu pelo sequestro de Jeanine, ela era como irmã dele, e ele não pode fazer nada pra evitar, Herick não sabia o que fazer para deixa-lo melhor, não sabia também como agir diante das situações atuais. No Mundo Digital, os três garotos e seus parceiros nem tinham mais noção de quanto tempo se passara desde estavam lá, tinham conseguido se hospedar numa estalagem que ficava junto do bar que encontraram e tinham também ganhado a simpatia e confiança de Felix
-Deviamos sair daqui, fazer algo em outra parte do Mundo Digital, não podemos simplesmente ficar enfiados nessa estalagem- disse Caio
-Mas pra onde vamos? Não sabemos o tamanho desse lugar, nem o que fazer Caio, seria arriscado, acho melhor ficarmos até pensarmos uma manira de voltar.- disse Elves
-É mas meus lacres de latinha que pagam o Felix vão acabar, e quando isso acontecer eu não sei se podemos continuar aqui podemos meter ele em encrenca- disse Vanessa
Felix chegou com a refeição dos garotos, agora que já estavam mais familiarizados comiam uma sopa de cogumelos estranhos que lembravam batatas, mas eram muito saboros apesar da cor vermelha.
-E lá na terra como será que estão as coisas? Será que o Myotismon voltou a atacar?- perguntou Agumon, Felix deixou um dos pratos cair ao ouvir o nome do Digimon.
-Desculpa, eu não tive intensão- disse ele
-O que houve Felix, por que o nome do Myotismon te assustou desse jeito? Você o conhece?- perguntou Vanessa
-Bem, nunca o vi e sou grato por isso, mas todos o conhecem por nome, e pelos feitos dele, e todos sabem muito bem quem é o Myotismon, afinal esse bar não é frequentado por muita gente de bem se vocês não perceberam e muitos aqui pensam em entrar pro lado dele..
-Mas eles não podem fazer isso, Myotismon é um monstro terrivel, ele assassina Digimons e humanos cruelmente- disse Caio
-Mas parece que os humanos também vem fazendo o mesmo sem a minima culpa- disse Felix com uma leve irritação na voz.
-Mas do que você está falando?- perguntou Elves
-Aqui no mundo Digital nós sabemos o que acontece na terra, e sabemos inclusive sobre a matança de Digimons inocentes que os humanos estão causando...
-Digimons inocentes? Eles estão destruindo o nosso mundo colocando a vida das pessoas em perigo, e você os chama de inocentes?- ralhou Elves
-Inocentes sim, assim como no seu mundo existem animais irracionais que agem por extinto no meu também existem Digimons assim, e eles vão até lá não com intenção de destruir, mas é o que eles encontram, antes ao menos eles eram mandados de volta, mas até mesmo os Digiescolhidos passaram a matar Digimons.
Por um momento nenhum deles falou, até que Vanessa quebrou o silêncio
-Felix, sim Digimons foram mortos, mas muitos deles não eram mesmo Digimons, eram copias sem vida, frutos do Troi Horse e aqueles a quais precisamos destruir não eram irracionais, e ameaçavam o seu mundo também Felix- disse Vanessa
-Eu sei disso, bem, mas as coisas tomaram proporções diferentes do que esperavamos, aqui ninguém sabe direito em quem confiar entendem, primeiro os mestres da escuridão e depois outros Digimons fazendo tanta maldade, muitos desses que estão aqui perderam muito na vida e por isso nada mais importa pra eles, e muitos inclusive esperavam pelos Digi escolhidos, mas não tiveram o que esperavam.
-Como assim esperavam pelos Digiescolhidos?- perguntou Caio
-Omundo Digital, é um mundo mágico e suas crenças se baseiam em profecias, muitos Digimon que chamamos de Digitiranos escravizaram e torturaram Digimons amigos e parentes de outros inclusive de frequentadores dessee bar, e eles esperavam o dia em que os Digiescolhidos podiam ajuda-los vindo até aqui, mas nem todos tiveram o que queriam, os mestres da escuridão foram derrotados, o Mundo Digital mudou, mas em pouco tempo tudo estava fora de controle de novo, e ninguém fazia nada pra evitar.
-Desculpa Felix eu entendo você, mas não podiamos fazer nada pra evitar, nosso mundo também estava sendo aacado e precisavamos protege-lo- disse Vanessa
-Eu não culpo vocês, bem eu não acredito mais em predições e profecias, mas... olha eu não quero mais falar sobre isso.
-Mas espera você tem que falar Felix, ok podemos ter errado, mas podemos reparar nossos erros, se você nos ajudar, por favor o que você sabe de Myotismon?- perguntou Caio
-Eu não sei muito, não sei por onde ele anda, nm mesmo é ele que está recrutando Digimons.
-Recrutando Digimons? Pra que?- perguntou Vanessa
-Engraçado, ao contrário da maioria, vocês não são muito bisbilhoteiros, é só do que se fala aqui no bar, sobre o tal exercito do Myotismon.
-Mas pra que ele está formando um exercito?- perguntou Elves
-Eu não sei bem, mas ele está recrutando Digimons há um bom tempo.
-E onde esse exercito se concentra?- perguntou Caio
-Pelo que dizem, aqueles que aceitam se unir a ele encontram os generais que os levam até o lugar, mas eu não sei bem onde é- disse Felix- agora se me dão licença estão me chamando no balcão.
-Generais, Myotismon agora tem capangas também- disse Vanessa mais pra si do que para os outros.
-Capangas? Isso Sem falar no exercito, imaginem só o que ele pretende com isso- disse Elves
-Seja o que for temos que dar um jeito de impedir isso- disse Caio
-Mas como? Somos só seis- disse Tentomon.
-Mas o Caio está certo, gente o que o Felix falou, pode não ser completamente verdade, mas em grande parte ele tem razão- disse Labramon
-Então o que você sugere que a gente faça? Se aliste, nem mesmo sabemos como chamar esses generais- disse Agumon
-O problema é que, nós não podemos ficar aqui sentados, enquanto Myotismon está agindo- disse Caio
-Exatamente, e acho que já sei quem pode saber muita coisa sobre os planos dele- disse Vanessa
-Quem?- perguntou Elves
-Aquele Digimon, o do vilarejo onde você foi tentar encontrar um Digimon pro Jones, o Digimon que entregou o Chip com a proteção contra o Troi Horse
-O Piximon!- Disseram Caio e Elves em coro.
-Exato, não sabemos onde Myotismon está, mas esse Piximon pelo que sei é sábio, e já que não temos por onde começar não custa começar indo até ele- disse Vanessa
-Otima idéia, só precisamos saber como chegar lá- disse Elves
-O Felix pode saber onde fica- disse Vanessa chamando-o com um aceno.- Felix, sera que você não sabe onde fica o vilarejo dos Syakomons?
-Bom, existem muitos vilarejos por aí, mas eu não sei de que são.
-Espera, você sabe onde fica o deserto gelado?- perguntou Caio, Felix arregalou os olhos.
-Deserto gelado? De Marindevimon? Você está louco, por que alguém ia querer saber onde fica aquele lugar, é muito perigoso.
-Felix por favor, nós sabemos o que estamos fazendo, se você souber onde fica por favor diga- pediu Labramon.
-Tudo bem, mas eu aconselho a não irem até lá, podem não voltar, até por que, fica muito longe daqui, levaria no mínimo uns dez dias para chegarem até lá andando.
-Dez dias?!- disse Elves espantado
-Dez dias aqui passam bem rápido- disse Caio- Mas então como podemos chegar até lá?
-Bom, primeiro vocês tem que encontrar a tri estrada, uma estrada que segue em três direções que fica a 3 gigas daqui, de frente pro bar sem mudar direção.
-Três giga? como vamos contar isso?- perguntou Elves
-Ok, em medidas humanas são 30 km, e quando encontrarem a tri estrada vão pegar o lado esquerdo, e seguir por lá até encontrarem a montanha Orbit, a estrada passa por várias cidades, mas não percam ela, ela muda de cor , mas será sempre uma dessas quatro cores, verde, amarela, vermelha ou lilás, e quando encontrarem a montanha, do topo dela poderão ter uma boa vista do proximo estagio...
-estágio?- intrigou-se Agumon
-Francamente você é mesmo um digimon? Estagios são divisões territoriais aqui e não me interrompa mais, pois bem de lá vão avistar um neblina densa que lembra um geiser em atividade, só precisam seguir para lá, logo depois da neblina está o deserto.
-Não parece tão longe- disse Caio
-Ah claro que não, a estrada da esquerda até a montanha tem nada menos que 40 gigas
-Ou seja, 4 mil km não é?- perguntou Vanessa e Felix acentiu.
-Ok, então, vamos pegar nossa mochila- disse Elves saindo da mesa com Tentomon
-Ah Felix, se não for abusar de você, será que você não tem uma cesta para abastecer com comida, é que a viagem vai ser longa- pediu Vanessa
-Claro, mas não posso pegar muita coisa do estoque ao menos que paguem.
-Aqui, esses são meus ultimos lacres de latinha.
-Ok, já volto com sua cesta senhorita.
Não demorou muito até os garotos e seus parceiros estarem postados na frente do bar, com a mochila e a cesta de comida, Felix os acompanhou para se despedir.
-Então, acho que precisamos de um transporte rápido não é?- disse Elves mostrando o GD
-A senhor, acho que por aqui não vai ser fá...
-Mudança Digital... Digievolução- Tentomon brilhou e no momento seguinte Kabuterimon deixava Felix de queixo no chão, os garotos riram enquanto subiam nas costas do grande Digimon.
-Adeus Felix e obrigada por tudo- disse Vanessa, Felix não conseguiu responder, ainda estava adimirado com a Digievolução.
Kabuterimon voou, e em seguntos mais Digimons saiam de dentro do bar para vê-los, a medida que o lugar se distanciava, até desaparcer completamente com a neblina.
-Então, voando acho que dá pra reduzir esses dez dias eu presumo- disse Kabuterimon.
-Espero que sim- disse Elves - Espero que não encontremos nada que voe que possa contradizer isso.
Caio e Vanessa deram risadas nervosas.
domingo, 31 de maio de 2009
Jeanine Sequestrada
A Chegada ao mundo Digital foi brusca, o modo como eles haviam atravessado o portal fez com que posse uma passagem muito incomoda, e cairam no chão com estrépito, se não fosse pela neve que ali estavam podiam ter se machucado, Vanessa foi a primeira a se levantar, ajudando seus amigos, Agumon ajudava Caio a se levantar, ele ainda tinha as mãos amarradas, e Elves o ajudou a solta-las, enquanto Vanessa via o lugar onde eles estavam, era uma grande área completamente coberta com nev, estava frio, e não se tinha um bom campo de visão por conta da neblina.
-Vocês estão bem?- perguntou Vanessa quebrando o silêncio
-Ahan- disse Caio
-Estou melhor, so que estava a minutos atrás, eu sabia que vocês viriam nos salvar- disse Agumon
-Foi relmente brilhante Vanessa, você ter trazido o programa do portal, se não fosse por você, teriamos perdido nossos parceiros, e ainda sido presos- disse Elves
-É, mas meu plano não foi tão inteligente assim
-Como assim? Você foi brilhante.- disse Tentomon
-Não podemos voltar, não sei quando vamos poder.
-Nós sabemos, vai ser dificil voltar pelo DEMD, mas eles não vão esperar que a gente saia do computador, vai ser fácil, não se preocupa- disse Elves
-Não é isso, mesmo se quizessemos não poderiamos, o sinal de ligação com portal do GD desapareceu, não vamos voltar mesmo que encontremos uma máquina.
-Como desapareceu? - perguntou Labramon
-Rompeam a fonte do portal, está desconectado, devem ter quebrado o computador ou algo do tipo- disse Vanessa
-Tipo estamos presos aqui?- perguntou Elves
Vanessa assentiu tristemente
-Vanessa não fica assim, para com isso estamos bem, você foi fantástica, eu não sei o que seria de nós se voc~e não estivesse com a gente- disse Caio
-É e se alguém tem culpa, é quem nos entregou, alguém deve ter dito ao Jones que estavamos lá- disse Elves
-Isso não importa agora, precisamos encontrar um lugar pra ficar, ou vamos congelar aqui- disse Vanessa.
-Vem vindo alguém, ali- disse Elves
Os Digimons se pulseram na frente deles, mas quando a criatura se aproximou eles não conseguiram atacar, era um Minotauro, sua aparencia assustava, não parecia um Digimon, mas sim criaturas que os garotos haviam visto em filmes, e do seu lado um castor, eles olharam com desprezo para os garotos e continuaram andando.
-O que são eles?- perguntou Labramon
-vamos segui-los- sugeriu Elves
-Você está louco?- perguntou Agumon
-Ele está certo Agumon, pode ser que eles nos levem a algum lugar em que haja alguma casa onde possamos ficar- disse Caio
-se Não temos opção- disse Vanessa
Os seis seguiram disfarçadamente os dois estranhos animais, pelo que pareceram minutos até que a caminhada se tornou mais fácil quando encontraram uma estrada, depois de alguns minutos, eles encotraram uma grande casa, com vitrine por onde se via inumeras criaturas estranhas bebendo, no que parecia um bar, eles entraram sem despertar muita curiosidade, parecia um bar normal se não fosse pelos homens com corpo de cavalo ou bode da cintura para baixo e chifres que saim das cabeças, e animais normais que existiam na terra, mas não falavam nem andavam sobre duas pernas como lá, eles sentaram-se na primeira mesa vazia que encontraram, e sentiram-se gratos pelo aconchego que a temperatura do lugar dava, Vanessa se segurou para não rir quando um gato vei até ela e trouxe um cardápio, o animal pareceu se ofender, andava sobre duas patas e vestia-se como um garçom e tinha alguns acessórios de metal amassado, Elves pegou o cardápio e abriu, não entendeu o que estava escrito, mas as figuras ajudaram embora não conhecia nenhum daqueles pratos que via, então pediu o mais familiar o que parecia suco se não fosse azul
-O que é isso aqui?- perguntou Elves
-Humanos ignorantes, nem sabem ler- disse o gato
-Não sei ler sua lingua , afinal você nem devia falar
O gato começou a roronar
-Vai pedir alguma coisa ou não?
-O que voês tem?- perguntou Caio
-Veja no cardapio
-Eu quero saber o nome dos partos não leia seu idioma- disse caio
-Caio calma, vocês dois, desculpa senhor...
-Feliz- disse o gato numa voz abafada
-Senhor Felix, não somos daqui, desculpa , mas será que o senhor poderia sugerir algo para que bebessemos?- Perguntou vanessa
-Sim, para a senhorita que foi educada, eu sugiro Pinemolitu, é uma bebida quente e simpes, mas muito saborosa, e para seus companheiros que tal Uisfracor, que é um energético que estiga o cerebro.
-está nos chamando de burro? seu Felino idiota- disse Agumon
-Agomon para, está bem então vamos querer, seis Pinemolitos apenas
-Trago em breve-disse Feliz
-Obrigada.- disse vanessa enquanto o gato saia- sejam simpaticos, não podemos arranjar problemas por aqui- disse Vanessa
-É estranho, falar com animais, que lugar é esse? Nárnia?- perguntou Elves
-Pode ser, vocês sabem no mundo Digital tem tudo que não tem no nosso mundo e é ficção, e eu já fui até em Hogwarts.
-Escutem, vamos ficar por aqui, até que nossos parceiros descanssem, acho que não vão se importar, podemos descansar também.
-Vanessa, e o seu jeito com aquela arma, eu confesso que meu deu medo você falava como uma verdadeira Pscicopata-disse Elves
-Me contem o que vocês fizeram pra entrar- perguntou Tentomon
-Tá bem, deixa eu só por essa mochila aqui em baixo está desconfortavel- disse vanessa
-O que tem nessa mochila? - perguntou Caio
-Coisas que podemos usar, eu presumi que precisariamos vir pra cá então peguei coisas nossas que estavam no sitio outras em casa que podem ser últil, por sinal duas delas já foram bem usadas, a arma de brinquedo e o pen drive.
Eles contaram a seus parceiros o que tinham feito para resgata-los,, e embora falando de tensão eles se divertiram com a loucura que eles enfrentaram, Felix chegou trazendo as bebidas, que eram como aque lves vira no cardapio, azul, ficaram com medo de provar, mas Caio seguindo o conselho de Vanessa de ser simpatico foi o primeiro a bebr para não decepcionar Felix que pareceu satisfeito quando os deixou sozinhos, eles continuaram falando, mas os Digimons adormeceram apoiando-se em seus parceiros.
-Eles devem estar fracos por conta das analises- disse Elves
-É vamos deixá-los dormir, assim descansamos um pouco também.
[...]
No dia seguinte na terra, a noticia de que o DEMD havia sido invadido por baderneiros terroristas cumplices de Digimons oculpoiu as paginas dos jornais da cidade, e encheu de surpresa e até de adimiração os outros Digi escolhidos, embora também de preocupação por não saber onde seus amigos estavam, o que ainda se ouvia falar era das constantes aperições de Digimons, e do estrago que Myotismon havia feito, os dias se passaram sem que nenhuma noticia de Caio, Elves, Vanessa e seus parceiros aparecesse, no Digimundo eles continuavam no mesmo lugar, onde havia uma estalagem, onde ficaram, tendo feito amizade com Felix, perdiam a noção de tempo pois onde estavam não se sabia se era dia ou noite, a neblina não deixava o sol chegar até o lugar, na semana seguinte, na quarta os garotos souberam de um novo aparecimento de Myotismon, por Naty e Iara que tiveram seus Digimons derrotados, mas ao contrário dos outros que Myotismon absorveu, eles tornaram-se Digitamas, mas a intenção de Digimon parece não ter sido matar, mas dessa vez ele conseguiu o que veio buscar, já era tarde quaando Isaac e os outros chegaram para ajudar, Myotismon já havia levado Jeanine.
-Vocês estão bem?- perguntou Vanessa quebrando o silêncio
-Ahan- disse Caio
-Estou melhor, so que estava a minutos atrás, eu sabia que vocês viriam nos salvar- disse Agumon
-Foi relmente brilhante Vanessa, você ter trazido o programa do portal, se não fosse por você, teriamos perdido nossos parceiros, e ainda sido presos- disse Elves
-É, mas meu plano não foi tão inteligente assim
-Como assim? Você foi brilhante.- disse Tentomon
-Não podemos voltar, não sei quando vamos poder.
-Nós sabemos, vai ser dificil voltar pelo DEMD, mas eles não vão esperar que a gente saia do computador, vai ser fácil, não se preocupa- disse Elves
-Não é isso, mesmo se quizessemos não poderiamos, o sinal de ligação com portal do GD desapareceu, não vamos voltar mesmo que encontremos uma máquina.
-Como desapareceu? - perguntou Labramon
-Rompeam a fonte do portal, está desconectado, devem ter quebrado o computador ou algo do tipo- disse Vanessa
-Tipo estamos presos aqui?- perguntou Elves
Vanessa assentiu tristemente
-Vanessa não fica assim, para com isso estamos bem, você foi fantástica, eu não sei o que seria de nós se voc~e não estivesse com a gente- disse Caio
-É e se alguém tem culpa, é quem nos entregou, alguém deve ter dito ao Jones que estavamos lá- disse Elves
-Isso não importa agora, precisamos encontrar um lugar pra ficar, ou vamos congelar aqui- disse Vanessa.
-Vem vindo alguém, ali- disse Elves
Os Digimons se pulseram na frente deles, mas quando a criatura se aproximou eles não conseguiram atacar, era um Minotauro, sua aparencia assustava, não parecia um Digimon, mas sim criaturas que os garotos haviam visto em filmes, e do seu lado um castor, eles olharam com desprezo para os garotos e continuaram andando.
-O que são eles?- perguntou Labramon
-vamos segui-los- sugeriu Elves
-Você está louco?- perguntou Agumon
-Ele está certo Agumon, pode ser que eles nos levem a algum lugar em que haja alguma casa onde possamos ficar- disse Caio
-se Não temos opção- disse Vanessa
Os seis seguiram disfarçadamente os dois estranhos animais, pelo que pareceram minutos até que a caminhada se tornou mais fácil quando encontraram uma estrada, depois de alguns minutos, eles encotraram uma grande casa, com vitrine por onde se via inumeras criaturas estranhas bebendo, no que parecia um bar, eles entraram sem despertar muita curiosidade, parecia um bar normal se não fosse pelos homens com corpo de cavalo ou bode da cintura para baixo e chifres que saim das cabeças, e animais normais que existiam na terra, mas não falavam nem andavam sobre duas pernas como lá, eles sentaram-se na primeira mesa vazia que encontraram, e sentiram-se gratos pelo aconchego que a temperatura do lugar dava, Vanessa se segurou para não rir quando um gato vei até ela e trouxe um cardápio, o animal pareceu se ofender, andava sobre duas patas e vestia-se como um garçom e tinha alguns acessórios de metal amassado, Elves pegou o cardápio e abriu, não entendeu o que estava escrito, mas as figuras ajudaram embora não conhecia nenhum daqueles pratos que via, então pediu o mais familiar o que parecia suco se não fosse azul
-O que é isso aqui?- perguntou Elves
-Humanos ignorantes, nem sabem ler- disse o gato
-Não sei ler sua lingua , afinal você nem devia falar
O gato começou a roronar
-Vai pedir alguma coisa ou não?
-O que voês tem?- perguntou Caio
-Veja no cardapio
-Eu quero saber o nome dos partos não leia seu idioma- disse caio
-Caio calma, vocês dois, desculpa senhor...
-Feliz- disse o gato numa voz abafada
-Senhor Felix, não somos daqui, desculpa , mas será que o senhor poderia sugerir algo para que bebessemos?- Perguntou vanessa
-Sim, para a senhorita que foi educada, eu sugiro Pinemolitu, é uma bebida quente e simpes, mas muito saborosa, e para seus companheiros que tal Uisfracor, que é um energético que estiga o cerebro.
-está nos chamando de burro? seu Felino idiota- disse Agumon
-Agomon para, está bem então vamos querer, seis Pinemolitos apenas
-Trago em breve-disse Feliz
-Obrigada.- disse vanessa enquanto o gato saia- sejam simpaticos, não podemos arranjar problemas por aqui- disse Vanessa
-É estranho, falar com animais, que lugar é esse? Nárnia?- perguntou Elves
-Pode ser, vocês sabem no mundo Digital tem tudo que não tem no nosso mundo e é ficção, e eu já fui até em Hogwarts.
-Escutem, vamos ficar por aqui, até que nossos parceiros descanssem, acho que não vão se importar, podemos descansar também.
-Vanessa, e o seu jeito com aquela arma, eu confesso que meu deu medo você falava como uma verdadeira Pscicopata-disse Elves
-Me contem o que vocês fizeram pra entrar- perguntou Tentomon
-Tá bem, deixa eu só por essa mochila aqui em baixo está desconfortavel- disse vanessa
-O que tem nessa mochila? - perguntou Caio
-Coisas que podemos usar, eu presumi que precisariamos vir pra cá então peguei coisas nossas que estavam no sitio outras em casa que podem ser últil, por sinal duas delas já foram bem usadas, a arma de brinquedo e o pen drive.
Eles contaram a seus parceiros o que tinham feito para resgata-los,, e embora falando de tensão eles se divertiram com a loucura que eles enfrentaram, Felix chegou trazendo as bebidas, que eram como aque lves vira no cardapio, azul, ficaram com medo de provar, mas Caio seguindo o conselho de Vanessa de ser simpatico foi o primeiro a bebr para não decepcionar Felix que pareceu satisfeito quando os deixou sozinhos, eles continuaram falando, mas os Digimons adormeceram apoiando-se em seus parceiros.
-Eles devem estar fracos por conta das analises- disse Elves
-É vamos deixá-los dormir, assim descansamos um pouco também.
[...]
No dia seguinte na terra, a noticia de que o DEMD havia sido invadido por baderneiros terroristas cumplices de Digimons oculpoiu as paginas dos jornais da cidade, e encheu de surpresa e até de adimiração os outros Digi escolhidos, embora também de preocupação por não saber onde seus amigos estavam, o que ainda se ouvia falar era das constantes aperições de Digimons, e do estrago que Myotismon havia feito, os dias se passaram sem que nenhuma noticia de Caio, Elves, Vanessa e seus parceiros aparecesse, no Digimundo eles continuavam no mesmo lugar, onde havia uma estalagem, onde ficaram, tendo feito amizade com Felix, perdiam a noção de tempo pois onde estavam não se sabia se era dia ou noite, a neblina não deixava o sol chegar até o lugar, na semana seguinte, na quarta os garotos souberam de um novo aparecimento de Myotismon, por Naty e Iara que tiveram seus Digimons derrotados, mas ao contrário dos outros que Myotismon absorveu, eles tornaram-se Digitamas, mas a intenção de Digimon parece não ter sido matar, mas dessa vez ele conseguiu o que veio buscar, já era tarde quaando Isaac e os outros chegaram para ajudar, Myotismon já havia levado Jeanine.
sábado, 30 de maio de 2009
Fuga Para O Mundo Digital
Caio, Elves e Vanessa aproximaram-se cautelosamente do prédio onde funcionava o DEMD, estava do outro lado da rua, que só tinha um vasto trrno cheio de arbustos e árores, apesar de sempre terem morado em Garanhuns, nenhum deles nunca havia estado ali, nem lembravam daquel prédio, era grande tinha tês andares, e lembrava o prédio de um hospital da cidade.
-Como vamos entrar sem que nos percebam?- perguntou Caio
-Um de nós vai ter que ser recebido- disse Vanessa
-Como assim, você diz se entregar?- perguntou Elves
-Claro, eu vou, eu posso inventar alguma história sore o plano dos Digimons que é o que eles vão perguntar e ganho tempo, assim vejo como é lá dentro e digo como vocês fazem pra entrar.
-É meio que isso mesmo Caio, tudo bem então vai você, mas como fazer pra nos dizer o caminho? E Você tem que fazer uma exigencia pra dar o depoimento, claro que eles não vão aceitar liberar nossos parceiros, mas vão aceitar te levar pra vê-los- disse Vanessa
-E assim você vai saber onde fica a cela que eles estão, e nos dizer- disse Elvs
-Claro, e bem que tal se a gente usar o tênis polar?- sugeiu Caio
-Otima idéia- disse Elves
-Tenis o quê?- perguntou Vanessa
-É um código, vimos na coleção os Karas de Manuel bandeira, é só colocar a palavra Tenis em cima da palavra polar e subistuir as letras, assim- Caio pegou o Gd e escreveu-
T E N I S
P O L A R
Direita e Esquerda Vão ser DASOAPI E ORQUOSDO, assim como as outras instrunções, assim eles não vão perceber que estamos nos comunicando- disse Caio
-É realmente uma idéia ótima, então, vamos, Boa sorte Caio- disse Vanessa
Caio acenos com a cabeça e atravessou a rua, entrar na recpção foi fácil os agentes do lado de fora não o reconheciam, mas quando chegou no que parecia uma sala de espera com algumas pessoas estranhas, ele viu que não ia prosseguir com facilidade quando viu cartazes que mostravam, ele, Elves e Vanessa .
-Darfisçis, cispizor feper lerrir- disse Caio Baixo
[...]
-Ele disse disse, disraçar, cartazes com fotos nossos, vamos ter que entrar disfarçados- disse Elves
[...]
Caio olhou para o lado onde viu uma mulher nervosa, que falaa em alto e bom som ter sido atacado por um Digimon, que se esconde no quintal dela, ele viu que ninguém ainda havia percebido sua presença até que foi surpreendido, algu´m o segurou por tras com uma chave de braço, e isso fez várias pessoas se virarem para eles.
-Me solta, eu vim me entregar- disse Caio
-Ah é? E Onde estão os seus amiguinhos?- disse o Homem que o segurava, sem soltá-lo.
-Fugiram, não quiseram se entregar comigo, mas posso dizer onde eles estão.
-Diga.
-Aqui? vai querer que eu fale sobre tudo aqui? E se você parasse de me segurar desse jeito eu agradeceria
O Homem o soltou, e ao Vê-lo, Caio reconheceu o mesmo agnte em que Vanessa havia dado um soco quando fugiam do estacionamento de uma loja, o homem o segurou plos ombros Bruscamente, e começou a empurrá-lo, até um elevador, ele viu que quase no fim da parede onde icavam os elevadores tinham degraus.
-Rili Ortosi, torreir tisi quoachi, tisodo orquosdo, dogsiur, onovides
[...]
-Sala espera, pessoas para queicha. parede esquerda elevador, degrau- traduiziu Elves
[...]
-O que disse?-perguntou o Homem
-Nada, só estou pensando alto- disse Caio, quando entrava no elevador, começando a entrar em pânico, detestava elevadores, mas se controlou, viu quando foi até o segundo andar, a porta abriu e le foi empurrado, pessoas que pareciam exentricas, a maioria com óculos e com roupas que lembravam um jaleco, mas pretas, e informais por dentro circulavam, poucas, mas não deram atenção quando eles passaram.
-Filcaelisaer, rogulde ildis
[...]
-Funcionários , segunda andar
[...]
-Espera, antes de depor eu quero ver o meu Digimon- disse Caio
-Não.
-Por Favor, eu vou contar tudo, mas me deixe vê-lo.
-Quando terminar o seu depoimento, deixarei vê-lo, antes que ele vire ovo- disse o Homem com certa arrogancia
-Pois se eu não o ver agora, não vou abrir minha boca.
-Garoto insolente, tudo bem, mas vai vê-lo atraves de um vidro resistente, nada de gracinhas- o homem começou a guiá-lo até o fim do corredor, entrando em outro e nesse indo até uma porta onde entraram revelando uma estranha sala, cheia de fios, e controles, e onde ficavam portas de metal com pequenas janelas de vidros, onde ele conseguiu ver Agumon, Labramon e Tentomon que pareciam fracos, mas não estavam ligados a nada, Caio observou bem as portas tinham controles nelas e ele imaginou que se precisaria de algum código, e foi o que ele passou para os seus amigos, antes de ser conduzido até a sala de interrogatório, que ele também disse onde ficava.
-Cessods om fsolpo, roguldi tespi.
[...]
-Corredor, em frente segunda porta, pronto agora já sabemos o sufiiente vanessa, Vamos- disse Elves
[...]
-O que você tanto fala aí?
-Eu só estou rezando, pedindo perdão por ter que entragar eles- mentiu caio
-Sempre odiei religiosidade, agora começa a falar, o que você sabe dessas aberrações.
-Tudo bem, o plano inicial era usar humanos pra fazer experiencias e...
[...]
-Pronto Elves, já deu pra dar uma disfarçada, segundo o que o Caio passou, o cara que mais lembra d'a gente está interrogando ele, tem que dar certo- disse Vanessa
Os dois foram até o prédio, Vanessa usava um óculos que aumentava seus olhos, e Elves usava um chapeu estranho, e tinha olheiras, ele achou desnecessário, mas segundo Vanessa dava um aspecto de mais velho, os dois esntraram, e viram pessoas sentadas esperando pra denunciar, agentes andavam pelo saguão, e os dois comçaram a s dirigir para onde tinham escadas
-Vocês, vão fazer denuncia, peguem a senha e esperem ali- disse um agente
-Tudo bem-disse Vanessa indo até uma maquina imprensora e pegando a senha, eles esperaram por quase dois minutos, quando um telefonema fez com que vários dos agentes saissem.
-Deve ser um ataque- disse Elves
-É, mas inflizmente não podemos ajudar- susurrou Vanessa, levantando-se em outra tentativa de ir até a escada, mas voltando ao lugar quando um funcionário olhou pra ela.
-Precisamos dar um jeito de chegar até lá- disse Vanessa
Eles olhou para o lado, a duas cadeiras dele estava um homem quase dormindo, parecia ter sido sujo por algo e tinha os pés na cadeira da frente onde uma mulher assustada e agora parecia irritada, Vanessa não entendeu quando ele sentou-se do lado do homem, e fingindo dormir deixou uma moeda cair, quando o homem se abaixou para pegar, Elves apalpou as nádegas da mulher na cadeira da frente, e voltou a fingir dormir, quando a mulher se virou vendo o homem abaixado atras dela, não deu outra, ela começou a agredi-lo descontroladamente chamando=-o de tarado e chamando a atrnão de todos, a mulher parecia desequilibrada, e uma miultidão se aglomerou em volta para ajudar, mas ela não o largava, Elves e Vanessa aproveitaram a confusão pra ir até as escadas, onde subiram rapidamente chegando ao segundo andar, mas assim que pulseram os pés no ultimo degrau, o qu parecia uma funcionária que ia descer os viu e já se virara para avisar a alguém, quando Vanessa a segurou.
-Você não pode nos entregar
-Vocês não podem estar aqui, é uma área... a mulher calou-se quando Vanessa tirou uma arma de dentro da mochila e apontou pra ela, Elves se assustou, não imaginava onde a amiga conseguira a arma nem que ela pudesse fazer o que estava fazendo.
-Você vai nos levar até a cela onde estão os Digimons,e vai andar tranquilamente, não vai deixar ninguém perceber nada, ou eu atiro em você, eu não quero ter que fazer isso, mas...
-Tudo bem, mas aviso garota você não sabe o que está fazendo, essas criaturas vão acabar com voc~es também...
-Eles vão salvar as pessoas, como sempre nos salvaram, são idiotas como você que vão acabar com a gente, agora anda.
Vanessa escondeu a arma dentro do casaco que vestia, mas grudou na fuiuncionaria para que ela sentisse a arma, enquanto ela os levava para a cela, alguns perguntaram o que a muljher de nome Ursula fazia já que havia acabado o expediente dela, mas ela disfarçou, e não deram importancia até chegarem as celas.
-Digita o código e abre- disse Vanessa
-Eu não sei o código.
-É claro que você sabe.
-Não eu não sei eu...
-Digita o código por favor é por uma boa causa- disse Vanessa
-Não, não vou digitar e contribuir com essa loucura- disse a Mulher aproveitando a insegurança de Vanessa para se impor
-Eu tyentei ser legal, mas... Digita logo essa porcaria desse códigoi ou eu estouro seus miolos- disse Vanessa empurrando bruscamentea arma na cabeça da mulher.
-Tudo bem, tudo bem calma- a mulher estava assustada quando digitou, Elves estava tão assustado quando ela quando a porta se abriu, e ela desligou os sistemas de analise, os Digimons correram para eles quando os viram, mas Vanessa se esqueceu de úrsula, e quando percebeu um alarme já estava ecoando pelo prédio
-Rápido fujam- disse Elves
Os cinco correram saindo da sala e evitando algumas pessoas, por conta da arma que vanessa atirava, o Homem que interrogava Caio saiu da sala atônito, e apontava uma arma pra Vanessa quando Caio, pulou em cima dele derrubando-o, e com ajuda de Elvers se levantando e juntando-se a eles na fuga, eles perceberam, que o amigo tinha as mãos amarradas, mas tinham que correr, os digimons estavam fracos, e tentomon quase foi atingido por um tiro de uma das armas do DemD.
-Pomham eles nos braços, eles não vão atirar em nós- disse Vanessa
-Por que voc~e não atira só pra assustar- gritou Elves
-O que? Voc~está armada?- surpreendeu-se Caio
-É de brinquedo, vai ser inúltil agora.
Eles estavam descendo os degraus, quando ouviram passos em cima e em baixo, e tiveram que entrar no primeiro andar, correndo ainda encontrando mais funcionários, eles entraram na primeira sala que encontraram que tinham um assutado home que já se dirigia para a mesa quando Elves atirou um retrato na cabeça dele fazendo-o desmaiar.
-Segurem a porta- disse Vanessa colocando Labramon no chão e tiranmdo um pen-Drive da mochila, colocando-o no computador em cima da mesa do Homem que desmaiara.
-estamos encurralados- disse Agumon
-O que você está fazendo vanessa?- perguntou Caio
-Segurem a porta e perguntem menos.
Estava quase impossivel segurar a porta, Caio segurou enquanto Elves arrastava uma poltrona, e depois outros móveis para segurar fazendo com que pudessem soltar, as batidas cada vez mais intensas continuavam, quando eles soltaram a porta, os dois e seus parceiros se apoximaram de Vanessa para ver o que ela fazia, mas não deu tempo.
-Pronto, Digi Portal abrir, vamos- vanmessa os segurou e eles seguraram os seus Digimons, no momento em que conseguiram abrir a porta e vários agentes entraram, mas a sala estava vazia, a não ser por um desacordado diretor de operções, o agente que interrogara Caio se irritou ao constatar que eles haviam fugido, e não entendeu por que o computador estava ligado, sua irritação foi tamanha que ele chutou o computador fazendo-o quebrar quando Caiu no chão.
-Como vamos entrar sem que nos percebam?- perguntou Caio
-Um de nós vai ter que ser recebido- disse Vanessa
-Como assim, você diz se entregar?- perguntou Elves
-Claro, eu vou, eu posso inventar alguma história sore o plano dos Digimons que é o que eles vão perguntar e ganho tempo, assim vejo como é lá dentro e digo como vocês fazem pra entrar.
-É meio que isso mesmo Caio, tudo bem então vai você, mas como fazer pra nos dizer o caminho? E Você tem que fazer uma exigencia pra dar o depoimento, claro que eles não vão aceitar liberar nossos parceiros, mas vão aceitar te levar pra vê-los- disse Vanessa
-E assim você vai saber onde fica a cela que eles estão, e nos dizer- disse Elvs
-Claro, e bem que tal se a gente usar o tênis polar?- sugeiu Caio
-Otima idéia- disse Elves
-Tenis o quê?- perguntou Vanessa
-É um código, vimos na coleção os Karas de Manuel bandeira, é só colocar a palavra Tenis em cima da palavra polar e subistuir as letras, assim- Caio pegou o Gd e escreveu-
T E N I S
P O L A R
Direita e Esquerda Vão ser DASOAPI E ORQUOSDO, assim como as outras instrunções, assim eles não vão perceber que estamos nos comunicando- disse Caio
-É realmente uma idéia ótima, então, vamos, Boa sorte Caio- disse Vanessa
Caio acenos com a cabeça e atravessou a rua, entrar na recpção foi fácil os agentes do lado de fora não o reconheciam, mas quando chegou no que parecia uma sala de espera com algumas pessoas estranhas, ele viu que não ia prosseguir com facilidade quando viu cartazes que mostravam, ele, Elves e Vanessa .
-Darfisçis, cispizor feper lerrir- disse Caio Baixo
[...]
-Ele disse disse, disraçar, cartazes com fotos nossos, vamos ter que entrar disfarçados- disse Elves
[...]
Caio olhou para o lado onde viu uma mulher nervosa, que falaa em alto e bom som ter sido atacado por um Digimon, que se esconde no quintal dela, ele viu que ninguém ainda havia percebido sua presença até que foi surpreendido, algu´m o segurou por tras com uma chave de braço, e isso fez várias pessoas se virarem para eles.
-Me solta, eu vim me entregar- disse Caio
-Ah é? E Onde estão os seus amiguinhos?- disse o Homem que o segurava, sem soltá-lo.
-Fugiram, não quiseram se entregar comigo, mas posso dizer onde eles estão.
-Diga.
-Aqui? vai querer que eu fale sobre tudo aqui? E se você parasse de me segurar desse jeito eu agradeceria
O Homem o soltou, e ao Vê-lo, Caio reconheceu o mesmo agnte em que Vanessa havia dado um soco quando fugiam do estacionamento de uma loja, o homem o segurou plos ombros Bruscamente, e começou a empurrá-lo, até um elevador, ele viu que quase no fim da parede onde icavam os elevadores tinham degraus.
-Rili Ortosi, torreir tisi quoachi, tisodo orquosdo, dogsiur, onovides
[...]
-Sala espera, pessoas para queicha. parede esquerda elevador, degrau- traduiziu Elves
[...]
-O que disse?-perguntou o Homem
-Nada, só estou pensando alto- disse Caio, quando entrava no elevador, começando a entrar em pânico, detestava elevadores, mas se controlou, viu quando foi até o segundo andar, a porta abriu e le foi empurrado, pessoas que pareciam exentricas, a maioria com óculos e com roupas que lembravam um jaleco, mas pretas, e informais por dentro circulavam, poucas, mas não deram atenção quando eles passaram.
-Filcaelisaer, rogulde ildis
[...]
-Funcionários , segunda andar
[...]
-Espera, antes de depor eu quero ver o meu Digimon- disse Caio
-Não.
-Por Favor, eu vou contar tudo, mas me deixe vê-lo.
-Quando terminar o seu depoimento, deixarei vê-lo, antes que ele vire ovo- disse o Homem com certa arrogancia
-Pois se eu não o ver agora, não vou abrir minha boca.
-Garoto insolente, tudo bem, mas vai vê-lo atraves de um vidro resistente, nada de gracinhas- o homem começou a guiá-lo até o fim do corredor, entrando em outro e nesse indo até uma porta onde entraram revelando uma estranha sala, cheia de fios, e controles, e onde ficavam portas de metal com pequenas janelas de vidros, onde ele conseguiu ver Agumon, Labramon e Tentomon que pareciam fracos, mas não estavam ligados a nada, Caio observou bem as portas tinham controles nelas e ele imaginou que se precisaria de algum código, e foi o que ele passou para os seus amigos, antes de ser conduzido até a sala de interrogatório, que ele também disse onde ficava.
-Cessods om fsolpo, roguldi tespi.
[...]
-Corredor, em frente segunda porta, pronto agora já sabemos o sufiiente vanessa, Vamos- disse Elves
[...]
-O que você tanto fala aí?
-Eu só estou rezando, pedindo perdão por ter que entragar eles- mentiu caio
-Sempre odiei religiosidade, agora começa a falar, o que você sabe dessas aberrações.
-Tudo bem, o plano inicial era usar humanos pra fazer experiencias e...
[...]
-Pronto Elves, já deu pra dar uma disfarçada, segundo o que o Caio passou, o cara que mais lembra d'a gente está interrogando ele, tem que dar certo- disse Vanessa
Os dois foram até o prédio, Vanessa usava um óculos que aumentava seus olhos, e Elves usava um chapeu estranho, e tinha olheiras, ele achou desnecessário, mas segundo Vanessa dava um aspecto de mais velho, os dois esntraram, e viram pessoas sentadas esperando pra denunciar, agentes andavam pelo saguão, e os dois comçaram a s dirigir para onde tinham escadas
-Vocês, vão fazer denuncia, peguem a senha e esperem ali- disse um agente
-Tudo bem-disse Vanessa indo até uma maquina imprensora e pegando a senha, eles esperaram por quase dois minutos, quando um telefonema fez com que vários dos agentes saissem.
-Deve ser um ataque- disse Elves
-É, mas inflizmente não podemos ajudar- susurrou Vanessa, levantando-se em outra tentativa de ir até a escada, mas voltando ao lugar quando um funcionário olhou pra ela.
-Precisamos dar um jeito de chegar até lá- disse Vanessa
Eles olhou para o lado, a duas cadeiras dele estava um homem quase dormindo, parecia ter sido sujo por algo e tinha os pés na cadeira da frente onde uma mulher assustada e agora parecia irritada, Vanessa não entendeu quando ele sentou-se do lado do homem, e fingindo dormir deixou uma moeda cair, quando o homem se abaixou para pegar, Elves apalpou as nádegas da mulher na cadeira da frente, e voltou a fingir dormir, quando a mulher se virou vendo o homem abaixado atras dela, não deu outra, ela começou a agredi-lo descontroladamente chamando=-o de tarado e chamando a atrnão de todos, a mulher parecia desequilibrada, e uma miultidão se aglomerou em volta para ajudar, mas ela não o largava, Elves e Vanessa aproveitaram a confusão pra ir até as escadas, onde subiram rapidamente chegando ao segundo andar, mas assim que pulseram os pés no ultimo degrau, o qu parecia uma funcionária que ia descer os viu e já se virara para avisar a alguém, quando Vanessa a segurou.
-Você não pode nos entregar
-Vocês não podem estar aqui, é uma área... a mulher calou-se quando Vanessa tirou uma arma de dentro da mochila e apontou pra ela, Elves se assustou, não imaginava onde a amiga conseguira a arma nem que ela pudesse fazer o que estava fazendo.
-Você vai nos levar até a cela onde estão os Digimons,e vai andar tranquilamente, não vai deixar ninguém perceber nada, ou eu atiro em você, eu não quero ter que fazer isso, mas...
-Tudo bem, mas aviso garota você não sabe o que está fazendo, essas criaturas vão acabar com voc~es também...
-Eles vão salvar as pessoas, como sempre nos salvaram, são idiotas como você que vão acabar com a gente, agora anda.
Vanessa escondeu a arma dentro do casaco que vestia, mas grudou na fuiuncionaria para que ela sentisse a arma, enquanto ela os levava para a cela, alguns perguntaram o que a muljher de nome Ursula fazia já que havia acabado o expediente dela, mas ela disfarçou, e não deram importancia até chegarem as celas.
-Digita o código e abre- disse Vanessa
-Eu não sei o código.
-É claro que você sabe.
-Não eu não sei eu...
-Digita o código por favor é por uma boa causa- disse Vanessa
-Não, não vou digitar e contribuir com essa loucura- disse a Mulher aproveitando a insegurança de Vanessa para se impor
-Eu tyentei ser legal, mas... Digita logo essa porcaria desse códigoi ou eu estouro seus miolos- disse Vanessa empurrando bruscamentea arma na cabeça da mulher.
-Tudo bem, tudo bem calma- a mulher estava assustada quando digitou, Elves estava tão assustado quando ela quando a porta se abriu, e ela desligou os sistemas de analise, os Digimons correram para eles quando os viram, mas Vanessa se esqueceu de úrsula, e quando percebeu um alarme já estava ecoando pelo prédio
-Rápido fujam- disse Elves
Os cinco correram saindo da sala e evitando algumas pessoas, por conta da arma que vanessa atirava, o Homem que interrogava Caio saiu da sala atônito, e apontava uma arma pra Vanessa quando Caio, pulou em cima dele derrubando-o, e com ajuda de Elvers se levantando e juntando-se a eles na fuga, eles perceberam, que o amigo tinha as mãos amarradas, mas tinham que correr, os digimons estavam fracos, e tentomon quase foi atingido por um tiro de uma das armas do DemD.
-Pomham eles nos braços, eles não vão atirar em nós- disse Vanessa
-Por que voc~e não atira só pra assustar- gritou Elves
-O que? Voc~está armada?- surpreendeu-se Caio
-É de brinquedo, vai ser inúltil agora.
Eles estavam descendo os degraus, quando ouviram passos em cima e em baixo, e tiveram que entrar no primeiro andar, correndo ainda encontrando mais funcionários, eles entraram na primeira sala que encontraram que tinham um assutado home que já se dirigia para a mesa quando Elves atirou um retrato na cabeça dele fazendo-o desmaiar.
-Segurem a porta- disse Vanessa colocando Labramon no chão e tiranmdo um pen-Drive da mochila, colocando-o no computador em cima da mesa do Homem que desmaiara.
-estamos encurralados- disse Agumon
-O que você está fazendo vanessa?- perguntou Caio
-Segurem a porta e perguntem menos.
Estava quase impossivel segurar a porta, Caio segurou enquanto Elves arrastava uma poltrona, e depois outros móveis para segurar fazendo com que pudessem soltar, as batidas cada vez mais intensas continuavam, quando eles soltaram a porta, os dois e seus parceiros se apoximaram de Vanessa para ver o que ela fazia, mas não deu tempo.
-Pronto, Digi Portal abrir, vamos- vanmessa os segurou e eles seguraram os seus Digimons, no momento em que conseguiram abrir a porta e vários agentes entraram, mas a sala estava vazia, a não ser por um desacordado diretor de operções, o agente que interrogara Caio se irritou ao constatar que eles haviam fugido, e não entendeu por que o computador estava ligado, sua irritação foi tamanha que ele chutou o computador fazendo-o quebrar quando Caiu no chão.
O Novo Ataque e Myotismon
No Sábado, todos souberam o que havia acontecido com Bruno, Denise e Larissa, e todos ficaram também surpresos em saber que eles estavam a meses em busca do Digi Livro, no sábado os três sairam do hospital, onde precisaram ir depois da lanchonete, tinham sinais de desidratação e desnutrição pelo tempo que passaram sem se alimentar, e do hospital foram direto ao DEMD onde tiveram que dar depoimntos sobre o seu desaparecimento, e onde também inventaram uma história, não podiam contar a verdade, e os agentes tiveram que aceitar a versão de que eles haviam sido raptados e conseguido fugir, seus pais estavam atônitos e super protetores, o que os impediu de sair de casa por alguns dias sem que fosse em Compahia deles, Denise não conseguiu ncontrar os outros dois nos dias que se seguiram, já queagora estava em outra escola, só conseguia se comunicar com eles pelo GD, Paty ficou com o Digi Livro, não teve opção, e também foi dificil que ela encontrasse Bruno, Caio, Elves E Vanessa continuavam isolados, e na quarta no final da aula de Direitos Humanos, Bruno foi falar com a professora Perpétua.
-Preciso falar com a senhora- disse Bruno Friamente
-Tudo bem, precisamos mesmo conversar, mas acho que a sala não é um bom lugar Bruno, nem a escola.- disse Perpétua
-Mas eu preciso falar agora.
-Eu sei que você talvez queira me contar o que ralmente aconteceu com esse sumisso e...
-Eu recuperei o Digi Livro
-Mas... mas isso é ótimo, meu querido eu...
-Otimo?! Eu não tenho tanta certeza, até por que a senhora não queria que eu ou nenhum de nós pusesse as mãos no digilivro não é?
-Mas bruno do que você
-A senhora nos iludiu para que pensassemos que o Digilivro havia sido roubado.
-Não ele realmente foi roubado.
-Sim, mas depois que a senhora nos tirou de lá.
-Como você descobriu?
-Não importa como eu descobri, eu só quero saber por quê?
-Tudo bem, ei sei que fiz mal em não ter contado a vocês, mas você não odem ficar com o Digi livro, não agora.
-É mas por que? Pra que ele não nos diga o que devemos saber como por exemplo a magia dos espiritos?
-Não, Bruno eu criei a ilusão sim, mas para protege-los, vocês e o livro, desde o iniciuo de tudo eu sabia, desde que o Troi Horse foi ativado eu imaginei que viriam atras do livro, e seria muito arriscado para vocês estar com ele, se ele caisse em mãos erradas, caisse nas mãs daqueles que ativaram o Vírus, eles podem fazer coisa terriveis, eu sabia que não poderia estar com eles, por que nada aconteceu, mas eu realmente me surpreendi por não terem o encontrado, ninguém consegue guardar o livro com tanto segredo por tanto tempo, só eu conseguiria, só eu.
-Por conta do Wizardmon eu presumo, mas a senhora esqueceu que não existe apenas o seu Wizardmon, e um deles conseguiu roubar e guardar o livro por todo esse tempo.
-Ah meu Deus, eu errei eu sei disso, mas continuo insistindo, vocês não podem ficar com esse Digilivro, você precisa esconde-lo, num lugar que nem mesmo você saiba, você está correndo perigo com esse livro.
-le não está comigo, e eu não acredito na senhora, mentiu uma vez pode estar mentindo de novo só pra conseguir o livro.
-Não Bruno eu...
O GD de Bruno deu sinal, e o susto tomou conta dele quando viu o pedido de socorro que vinha de Paty, ele saiu correndo da escola em busca da amiga, encontrando-a depois esondida num supermercado, onde ele viu de longe a confusõ, o lugar parecia ser sido devastado, e ele entrou encontrando Paty entre duas prateliras que haviam caido.
-O que houve?
-Eles estão atras de mim.
-Eles quem?
Myotismon apareceu na frente dos dois antes que Bruno pudesse olhar, e atras dele, inúmeros Pico Devimons.
-Acabou a brincadeira, o Livro é meu- disse Myotismon começando a Emitir luz negra de uma de suas mãos, mas ao apontá-la para os garotos ela se esvaiu antes de chegar.- Mas como?
-Wizardmon!- disse Paty
Wizardmon estava parado mais adiante, e começo um combate tecinetico com Myotismon que embora não parecesse ameaçado havia perdido seu ar de arrogancia ao enfrentá-lo enquanto Paty corria com Bruno para fora do supermercado, e os Pico devimons começaram a persegui-los.
-Eles vão nos matar, eles mataram muita gente- disse Paty
-Não, não vão, Discos ciberneticos- atacou Gwapomon surpreendendo-os com sua chegada e atingindo alguns dos Pico devimons, ele pôs se a atacar, quando Wizardmon foi jogado onde eles estavam.
-Eu ouvi falar que Wizardmons são muito poderosos, massem a parceira, e com o poder tão mal aperfeiçoado você se torna patético- disse Myotismon.
-parado Monstro- gritou um agente do DEMD que entrava no supermercado armado, seguido por outros.
-Precisamos sair daqui- disse Gwapomon.
-mas os agentes...
-Paty vamos- disse Bruno
Myotismon não hesitou em mandar um ataque em meia duzia de agentes que haviam entrado, assassinando-os como moscas, e quando percebeu Wizardmon, Paty, Gwapomon e Bruno havia sumido.
-Senhor, no estacionamento- disse Um Pico devimon, Myotismon se movu numa velocidade sem igual até lá.
Os garotos estavam escondidos, Bruno conseguira entrar num carro com vidros escuros e trazer seus amigos ra dentro, eles podiam ver Myotismon os procurando, e o susto tomou conta quando um dos Pico devimon ataou um carro o fazendo explodir.
-seu idiota, podia ter explodido o livro- dsse Myotismon matando o Pico Devimon, Myotismon andava ameaçadoramente, e Paty que sabia diigir decidiu tentar fugir, fazendo uma ligação direta no carro, o que entregou sua localização, mas eles já estavam em direção a saida do estacionamento quando Myotismon começou a vor perseguindo-os Paty acelerou e correu por cerca de minutos, até chegar perto de um castelo que ficava nas fronteiras da cidade, quando não percebu e bateu em outro carro capotando e fazendo o carro cair num pequeno buraco perto do castelo.
-Wizardmon precisamos fazer algo.
-deseje que ele nãonos veja, deseje que ele não nos veja- disse Wizardmon
Paty fechou os olhos e se concentrou, o carro pareceu desaparecer aos olhos de Myotismon que agora olhava para todas as direções confuso, irritado ele exlodiu um caminhão que passava, mas continuou no lugar voando.
[...]
-Está havendo um ataque, olha é perto do castelo- disse José edison que via Tv pelo celular de um colega da sala.
-É o Myotismon- disse Iara
-Meu Deus- disse Jéssica quando a transmissão foi encerrada depois que um ataque veio em direção a câmera.
-Precisamos contatar os outros, precismos ir até lá- disse Iara
-E aqueles covardes, nem aparecem pra ajudar não é?-disse Jones provocando
-Se eles não pareceram é por que não sabem seu idiota no sitio não pega Tv.
-Jéssica, cala a boca- disse Thuany
Jones fez uma cara de quem acabara de ganharna loteria, e as garotas ficaram preocupadas, Jéssica tinha deixado escapar a localização dos amigos.
-Desculpa, mas ele não sabe onde é e não sabe que sitio é- susurrou Jéssica para Iara
-Tudo bem, mas agora é melhor irmos até onde está acontecendo o ataque, mas o Betamon não está aqui, droga.
-Nem o Bearmon não é? Acho que chegou a minha hora de lutra, minha casa fica próxima, eu vou pegar a Lopmon e ir até lá
[...]
Myotisamon contiuava furioso, havia explodido duas viaturas do DEMD que pararam de amndar reforços, as pessoas fugiam, e Dois Digimons surgiam Birdmon e Griphomon, que começaram a lutar contra Myotismon.
-Eles não cansam de perder , mas acho que por hoje é o suficinte- disse Myotismon pronto para sumir, mas atacando antes de desaparecer atingindo Birdmon.
-Birdmon não- Gritou Thaynara quando seu Digimon desapareceu com o ataque, no momento em que Jéssica chegava com Lopmon e Griphomon regredia voltando a ser Naty e Deramon que passaram a consolar Thaynara, passaram-se alguns minutos até que Paty, Bruno e seus parceiros aparecssem no lugar onde eles estavam, os dois estavam feridos por conta da batida e explicaram o que havia acontecido, nunca tinha havido tantas mortes de pessoas até então por conta de Digimons, a cidade estava um caos, e o Digi livro parece ter causado tudo, Bruno começou a acreditar qu o que Perpétua falara fosse verdade, mas não falou pra ninguém, nenhum deles quando todos estavam reunidos ali, onde havia acontecido o ataque, Isaac, Caio, Herick, vanessa e Elvs voltaram ao supermercado para tentar encontrar sobreviventes, segundo o que Paty dissera com o ataque pessoas podiamter se machucado, Paty e Bruno foram ao hospital, Naty foi com Thaynara até a casa da irmã, e a cidade estava aterrorizada.
Terror, Caio, Elves e Vanessa enfrentaram ao voltar o sitio do avô de Elves e não encontrar seus parceiros.
-Vô, o que houve onde estão nossos Digimons?- perguntou Elves
-Eu sindo muito, eu não pude fazer nada, eles chegaram e os levaram- disse o Avô de Elves
-Eles quem vô?
-Os policiais, os Digimons não regiaram, e eles levaram eu tentei evitar, mas eles me empurraram, estavam em muitos.
-O DEMD, caramba eles não desistem, como podem ter nos achado como?- perguntou vanessa
-Acho que não deviamos ter falado pra ninguém onde estavamos- disse Caio
-Meu Deus, eles não podem destruir nossos parceiros, não podem- disse Elves
-Precisamos ir até eles- disse Caio
-E se já for tarde?- perguntou Elves
-Não é, não podem tê-los destruido, lembram do Jailton e da Greyciel? Ele só destruiram-os depois de interrogá-los, tem o tempo de estuda-los, e também, estão nos perseguindo, pensem se eles não nos esperaram, eles acham que os Digimons vão nos atrair até lá- disse Vanessa
-Então eles acertaram, eu não vou deixar o Agumon ser destruido, eu vou agora mesmo- disse caio
-Eu também- disse Elves
-Claro, nós vamos, mas antes eu prcisa passar na minha casa e pegar algo importante, e...- Vanessa pegou uma mochila e começo a colocar algumas coisas.
-O que está fazendo Vanessa?- perguntou Caio
-Pegando coisas que podem nos ser úteis, vocês também deviam ver coisas importantes que devemos levar, e me entreguem, rápido.
-Tá, mas tem tanta coisa aí, que bem... ah vamos.
-Depois da mochila pronta, Vanessa partiu, promentendo encontrá-los em 40 minutos, perto da sede de uma empresa de ônibus da cidade, que icava no mesmo bairro que a sede do DEMD, tã pontualmente quanto os garotos esperavam ela chegou, já se aproximava das sete da noite.
-Vamos, mas precisamos nos aproximar com cuidado, eles devem estar esperando por nós- disse Vanesa
-Preciso falar com a senhora- disse Bruno Friamente
-Tudo bem, precisamos mesmo conversar, mas acho que a sala não é um bom lugar Bruno, nem a escola.- disse Perpétua
-Mas eu preciso falar agora.
-Eu sei que você talvez queira me contar o que ralmente aconteceu com esse sumisso e...
-Eu recuperei o Digi Livro
-Mas... mas isso é ótimo, meu querido eu...
-Otimo?! Eu não tenho tanta certeza, até por que a senhora não queria que eu ou nenhum de nós pusesse as mãos no digilivro não é?
-Mas bruno do que você
-A senhora nos iludiu para que pensassemos que o Digilivro havia sido roubado.
-Não ele realmente foi roubado.
-Sim, mas depois que a senhora nos tirou de lá.
-Como você descobriu?
-Não importa como eu descobri, eu só quero saber por quê?
-Tudo bem, ei sei que fiz mal em não ter contado a vocês, mas você não odem ficar com o Digi livro, não agora.
-É mas por que? Pra que ele não nos diga o que devemos saber como por exemplo a magia dos espiritos?
-Não, Bruno eu criei a ilusão sim, mas para protege-los, vocês e o livro, desde o iniciuo de tudo eu sabia, desde que o Troi Horse foi ativado eu imaginei que viriam atras do livro, e seria muito arriscado para vocês estar com ele, se ele caisse em mãos erradas, caisse nas mãs daqueles que ativaram o Vírus, eles podem fazer coisa terriveis, eu sabia que não poderia estar com eles, por que nada aconteceu, mas eu realmente me surpreendi por não terem o encontrado, ninguém consegue guardar o livro com tanto segredo por tanto tempo, só eu conseguiria, só eu.
-Por conta do Wizardmon eu presumo, mas a senhora esqueceu que não existe apenas o seu Wizardmon, e um deles conseguiu roubar e guardar o livro por todo esse tempo.
-Ah meu Deus, eu errei eu sei disso, mas continuo insistindo, vocês não podem ficar com esse Digilivro, você precisa esconde-lo, num lugar que nem mesmo você saiba, você está correndo perigo com esse livro.
-le não está comigo, e eu não acredito na senhora, mentiu uma vez pode estar mentindo de novo só pra conseguir o livro.
-Não Bruno eu...
O GD de Bruno deu sinal, e o susto tomou conta dele quando viu o pedido de socorro que vinha de Paty, ele saiu correndo da escola em busca da amiga, encontrando-a depois esondida num supermercado, onde ele viu de longe a confusõ, o lugar parecia ser sido devastado, e ele entrou encontrando Paty entre duas prateliras que haviam caido.
-O que houve?
-Eles estão atras de mim.
-Eles quem?
Myotismon apareceu na frente dos dois antes que Bruno pudesse olhar, e atras dele, inúmeros Pico Devimons.
-Acabou a brincadeira, o Livro é meu- disse Myotismon começando a Emitir luz negra de uma de suas mãos, mas ao apontá-la para os garotos ela se esvaiu antes de chegar.- Mas como?
-Wizardmon!- disse Paty
Wizardmon estava parado mais adiante, e começo um combate tecinetico com Myotismon que embora não parecesse ameaçado havia perdido seu ar de arrogancia ao enfrentá-lo enquanto Paty corria com Bruno para fora do supermercado, e os Pico devimons começaram a persegui-los.
-Eles vão nos matar, eles mataram muita gente- disse Paty
-Não, não vão, Discos ciberneticos- atacou Gwapomon surpreendendo-os com sua chegada e atingindo alguns dos Pico devimons, ele pôs se a atacar, quando Wizardmon foi jogado onde eles estavam.
-Eu ouvi falar que Wizardmons são muito poderosos, massem a parceira, e com o poder tão mal aperfeiçoado você se torna patético- disse Myotismon.
-parado Monstro- gritou um agente do DEMD que entrava no supermercado armado, seguido por outros.
-Precisamos sair daqui- disse Gwapomon.
-mas os agentes...
-Paty vamos- disse Bruno
Myotismon não hesitou em mandar um ataque em meia duzia de agentes que haviam entrado, assassinando-os como moscas, e quando percebeu Wizardmon, Paty, Gwapomon e Bruno havia sumido.
-Senhor, no estacionamento- disse Um Pico devimon, Myotismon se movu numa velocidade sem igual até lá.
Os garotos estavam escondidos, Bruno conseguira entrar num carro com vidros escuros e trazer seus amigos ra dentro, eles podiam ver Myotismon os procurando, e o susto tomou conta quando um dos Pico devimon ataou um carro o fazendo explodir.
-seu idiota, podia ter explodido o livro- dsse Myotismon matando o Pico Devimon, Myotismon andava ameaçadoramente, e Paty que sabia diigir decidiu tentar fugir, fazendo uma ligação direta no carro, o que entregou sua localização, mas eles já estavam em direção a saida do estacionamento quando Myotismon começou a vor perseguindo-os Paty acelerou e correu por cerca de minutos, até chegar perto de um castelo que ficava nas fronteiras da cidade, quando não percebu e bateu em outro carro capotando e fazendo o carro cair num pequeno buraco perto do castelo.
-Wizardmon precisamos fazer algo.
-deseje que ele nãonos veja, deseje que ele não nos veja- disse Wizardmon
Paty fechou os olhos e se concentrou, o carro pareceu desaparecer aos olhos de Myotismon que agora olhava para todas as direções confuso, irritado ele exlodiu um caminhão que passava, mas continuou no lugar voando.
[...]
-Está havendo um ataque, olha é perto do castelo- disse José edison que via Tv pelo celular de um colega da sala.
-É o Myotismon- disse Iara
-Meu Deus- disse Jéssica quando a transmissão foi encerrada depois que um ataque veio em direção a câmera.
-Precisamos contatar os outros, precismos ir até lá- disse Iara
-E aqueles covardes, nem aparecem pra ajudar não é?-disse Jones provocando
-Se eles não pareceram é por que não sabem seu idiota no sitio não pega Tv.
-Jéssica, cala a boca- disse Thuany
Jones fez uma cara de quem acabara de ganharna loteria, e as garotas ficaram preocupadas, Jéssica tinha deixado escapar a localização dos amigos.
-Desculpa, mas ele não sabe onde é e não sabe que sitio é- susurrou Jéssica para Iara
-Tudo bem, mas agora é melhor irmos até onde está acontecendo o ataque, mas o Betamon não está aqui, droga.
-Nem o Bearmon não é? Acho que chegou a minha hora de lutra, minha casa fica próxima, eu vou pegar a Lopmon e ir até lá
[...]
Myotisamon contiuava furioso, havia explodido duas viaturas do DEMD que pararam de amndar reforços, as pessoas fugiam, e Dois Digimons surgiam Birdmon e Griphomon, que começaram a lutar contra Myotismon.
-Eles não cansam de perder , mas acho que por hoje é o suficinte- disse Myotismon pronto para sumir, mas atacando antes de desaparecer atingindo Birdmon.
-Birdmon não- Gritou Thaynara quando seu Digimon desapareceu com o ataque, no momento em que Jéssica chegava com Lopmon e Griphomon regredia voltando a ser Naty e Deramon que passaram a consolar Thaynara, passaram-se alguns minutos até que Paty, Bruno e seus parceiros aparecssem no lugar onde eles estavam, os dois estavam feridos por conta da batida e explicaram o que havia acontecido, nunca tinha havido tantas mortes de pessoas até então por conta de Digimons, a cidade estava um caos, e o Digi livro parece ter causado tudo, Bruno começou a acreditar qu o que Perpétua falara fosse verdade, mas não falou pra ninguém, nenhum deles quando todos estavam reunidos ali, onde havia acontecido o ataque, Isaac, Caio, Herick, vanessa e Elvs voltaram ao supermercado para tentar encontrar sobreviventes, segundo o que Paty dissera com o ataque pessoas podiamter se machucado, Paty e Bruno foram ao hospital, Naty foi com Thaynara até a casa da irmã, e a cidade estava aterrorizada.
Terror, Caio, Elves e Vanessa enfrentaram ao voltar o sitio do avô de Elves e não encontrar seus parceiros.
-Vô, o que houve onde estão nossos Digimons?- perguntou Elves
-Eu sindo muito, eu não pude fazer nada, eles chegaram e os levaram- disse o Avô de Elves
-Eles quem vô?
-Os policiais, os Digimons não regiaram, e eles levaram eu tentei evitar, mas eles me empurraram, estavam em muitos.
-O DEMD, caramba eles não desistem, como podem ter nos achado como?- perguntou vanessa
-Acho que não deviamos ter falado pra ninguém onde estavamos- disse Caio
-Meu Deus, eles não podem destruir nossos parceiros, não podem- disse Elves
-Precisamos ir até eles- disse Caio
-E se já for tarde?- perguntou Elves
-Não é, não podem tê-los destruido, lembram do Jailton e da Greyciel? Ele só destruiram-os depois de interrogá-los, tem o tempo de estuda-los, e também, estão nos perseguindo, pensem se eles não nos esperaram, eles acham que os Digimons vão nos atrair até lá- disse Vanessa
-Então eles acertaram, eu não vou deixar o Agumon ser destruido, eu vou agora mesmo- disse caio
-Eu também- disse Elves
-Claro, nós vamos, mas antes eu prcisa passar na minha casa e pegar algo importante, e...- Vanessa pegou uma mochila e começo a colocar algumas coisas.
-O que está fazendo Vanessa?- perguntou Caio
-Pegando coisas que podem nos ser úteis, vocês também deviam ver coisas importantes que devemos levar, e me entreguem, rápido.
-Tá, mas tem tanta coisa aí, que bem... ah vamos.
-Depois da mochila pronta, Vanessa partiu, promentendo encontrá-los em 40 minutos, perto da sede de uma empresa de ônibus da cidade, que icava no mesmo bairro que a sede do DEMD, tã pontualmente quanto os garotos esperavam ela chegou, já se aproximava das sete da noite.
-Vamos, mas precisamos nos aproximar com cuidado, eles devem estar esperando por nós- disse Vanesa
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Até Que Emfim Resgatamos O Digi Livro
No inicio da noite Thuany chegava em casa carregando algo que Bearmon não conseguiu identificar, até segui-la até o quarto e ser tomado de susto ao ver.
-Um Digitama?! Thuany o que você faz com um Digitama?- perguntou Bearmon
-Ai Bearmon que susto, por que você não me disse que estava aí?- disse Thuany
-Eu não estava, eu te segui agora, mas você estava tão distraida, mas você não me respondeu.
-Ah, bom eu vou precisar dele, eu tenho que saber o que aconteceu exatamente para que voltasse a ser Digitama, essa aqui é a Palmon.
-Como assim? Saber o que aconteceu?
-Vou Tentar usar o computador pra colher dados do Digitama, e tentar identificar que tipo de dados fizeram com que ela se transformasse em Digitama, que tipos de daos a arma do DEMD tem, se eu souber, vai ser fácil de identificar um jeito de criar algo mais forte.
-Tjuany, você é mesmo um gênio.
-Obrigado, mas não é esse tipo de reconhecimento que eu espero, pra mim nada vai importar se não puidermos viver tranquilos logo de novo.
[...]
Paty acabara de ouvir o que Kamemon, Amezimon e Falcomon tinham para contá-la.
-Eu, bem sinceramente eu não acreditaria nessa história em outros tempos, mas, ultimamente muita coisa tem acontecido.- disse Paty
-Então Paty você vai nos ajudar?- perguntou Falcomon
-Claro Falcomon, mas para que eu possa tentar fazer algo precisamos primeiro encontrar o lugar onde o Artur escondeu os corpos inconscints deles.
-Vocês fazem alguma idéia de onda possa ser?- perguntou Wizardmon
-Pior que não- disse Amezimon
-Mas, podemos descobrir, eu tenho um plano- disse Kamemon interessando-os- Paty você tem que fazer algo, mas antes precisamos te contar uma coisa
-O que?- perguntou paty
-Claro que você já usa esse poder, mas acho que não sabe o quanto isso é perigoso e poderoso, portanto acho que temos que te deixar ciente de tudo que sabemos sobre ele- disse kamemon
-Do que você está falando?- perguntou Paty
-Magia dos espíritos- disse Kamemon, com ajuda de Amezimon e Falcomon contou tudo que sabia sobre o poder que Paty e Wizardmon possuiam, embora parecesse extremamente interessada ela não parecia surpresa, ao contrário de Wizardmon que parecia estupefato como se encontrasse uma resposta que a muito desejava.
-Agora eu entendo, as coisas que vem me acontecendo, que falei , bate com o que vocês acabaram de me contar, coisas impressionantes como, como ler brevemente o pensamento de algumas pessoas, e mover coisas, eu comecei a pensar que fosse telecinese.
-desculpa Paty, mas não temos tempo agora precisamos do seu poder pra outra coisa- disse Kamemon
-Então Kamemon qual o plano?- perguntou Amezimon.
-Você tem que penetrar na mente do Artur, eu sei que é complicado, mas temos de tentar.
-Não, quer dizer, não é tão difícil agora, sabe é que talvez isso seja uma especialidade minha- disse Paty
-Como assim?- perguntou Falcomon
-Sabe acho que por analizar de mais, as vezes nem é preciso de magia pra entrar na mente das pessoas, por entender isso se torna possivel, e assim eu aperfeiçoei esse poder entende, olha o que importa agora é ajudar o Bruno e as meninas, e é melhor irmos já, já são mais de dezoito horas, ou vai ficar ainda mais tarde
-Vamos então.- disse Kamemon
Eles foram direto para a casa de Artur, mas não conseguiram pensar numa forma de aproximarem-se dele sem que ele percebesse, a não ser ficando na frente de sua casa, mas Paty por mais que tentasse precisava de contato visual, apesar disso nenhum dles saiu de lá, passando a noite na frente da casa, sem conseguir pregar o olho, restava esperar a hora de Artur sair pra escola, mas naquele dia ele demorou mais do que o esperado para sair de casa, já se aproximava das dez horas, Paty e os Digimons estavam exaustos e haviam se essondido em espaços entre as casas do outro lado da rua quando o avistaram sozinho, Kamemon e os outros estranharam quando Paty e Wizardmon ficaram feito estátuas, embora não houvessem viisto acontecer dessa forma sabia que eles estavam ultilizando a magia dos espiritos, mas estranhamente Artur também havia parado, como se tivessem o petrificado, Kamemon achou estranho que isso acontecesse com uma pessoa enquanto liam sua mente, até que ele Paty e Wizardmon voltaram a seus estados normais, mas Artur voltou pra dentro de casa.
-O que você fez?- susurrou Falcomon
-Criei uma ilusão, fiz ele acreditar que O Bruno se comunicou com ele agora- disse paty
-Mas, no que isso vai ajudar?- perguntou Amezimon
-Não entende? É perfeito, se ele achar que o Bruno se comunicou com ele agora vai achar que ele conseguiu acordar, e a primeira coisa que ele vai fazer é conferir o lugar onde eles estão- disse Falcomon
-Exatamente- disse Paty
-Então ele deve ter voltado pra...- antes que Kamemon terminasse de falar Falcomon o puxou paa esconde-lo, evitando que Artur e Wizardmon o vissem quando sairam, e eles os viram se distanciar as pressas.
-Vamos segui-los, mas com cautela- disse Paty.
-Vai ser bem dificil, se nos verem vamos chamar bastante atenção.- disse Kamemon.
-Tudo bem, é melhor vocês irem depois,m vamos só eu e o Wizardmon, e fiquem com isso aqui, eu ligo pra vocês- disse Paty entregando-lhes um celular.
[...]
Caio, Elves e Vanessa saiam do sitio do avô de Elves.
-Que droga, até perder as aulas por conta daquele idiota- disse Vanessa
-É não tem outro jeito, com certeza eles vão aparecer por lá, mas precisamos ir até aqueles arredores, e falar com alguém precisamos ter noticias- disse Elves
-E o meu Jornal, estava indo pra lá, e aqui nem tem internet, droga não podia ser pior- disse Vanessa
-Pronto, acabei de receber do Isaac a confirmação, ele vai nos encontrar junto com a Jéssica e o Herick, agora no Parque, vamos rápido eles tem de voltar a escola.- disse Caio
[...]
-Minha nossa- disse Paty ao parar, depois de seguir Artur por quase trinta minutos.
-O que foi? Por que esse espanto?- perguntou Wiuzardmon
-Olha pra onde ele está indo.
-ER o que tem esse lugar?
-É o Mosteiro de São bento, foi daqui, desse prédio que uma besta surgiu a quase um ano, deu pra ver por que a torre pode ser vista de vários lugares da cidade.
-Por que será que ele escolheu logo esse lugar heim?
-Não sei, mas vamos avisar aos Digimons, e vamos atras dele.
[...]
-Ai estão eles- disse Herick, que já esperava ao lado de Isaac e Jéssica, no Parque Ruber van der Lindem.
-Então, tudo bm?- perguntou Caio, todos se comprimentaram até que Elves se adiantou.
-E então, como foi com vocês, o DEMD foi até suas casas?
-Bom, foi sim, menos naquelas que o Jones não sabe onde fica, mas na escola nos observaram e fizeram perguntas, ainda bem que nos avisou, podemos esconder nossos parceiros a tempo- disse Isaac
-Comigo, nada conteceu, afinal eu nem conheço esse Jons, e ele Idem e acho melhor que ele continue sem saber que eu existo, eu não quero acabar no Jornal como procurado.
-Do que você está falando Herick?- perguntou Caio
-Disso- disse Jéssica, abrindo a bolsa que carregava e tirando um Jornal em que apareciam fotos de Caio, lves e vanessa- chegou Hoje, e como você não foi a escola, Genoveva me entregou, claro que quase me torturaram achando que eu sabia onde voc~e estava- disse Jéssica
-Não pode, ser, procurados, eles não podem fazer isso, como conseguiram essas fotos e por que só nós estamos aqui?- perguntou Elves
-Voc~e não vê, olha as acusações, tem desacato, roubo de substancias de estudo do DEMD, agressão a altoridade, e suspeita de ligação com terrorismo Digital, isso tudo traduz a nossa fuga do dia em que resgatamos os Digitamas, do felipe, do José Edison e da Milena, só pode ser por isso que apenas nós stamos aqui, devem ter nos reconhecido de alguma forma- disse Caio
-É reconheceram sim, mas vocês não estariam aí se naõ tivessem mostrado fotografias de vocês a eles- disse Isaac
-Ele não fez isso- disse Vanessa Incrédula
-Fez, eu não sei por que, mas ele está com ódio de vocês três em especial- disse Isaac
Elves contou oque havia acontecido com Kiwimon fazendo-os entender a situação.
-Então é realmente melhor vocês ficarem escondidos por um tempo, ou vão ser presos- disse Jéssica
-Não podem nos prender, somos menores de idade- disse Elves
-Não podem nos prender, por algumas dessas acusações Elves, mas foram criadas algumas subleis que se adaptam as normas do DEMD e tem a ver com Digimons, e essas não tem idade para serem aplicadas, podem nos prender sim- disse Vanessa
- A situação está pior do que esperavamos- disse Herick
-E onde vocês estão?- perguntou Jéssica
-No sitio do meu avô, ninguém sabe onde fica, vai ser melhor ficar isolado mesmo- disse Elves
-E sobre, A denise, a Larissa e o Bruno? Alguma noticia?- perguntou Caio
-nada- disse Isaac, e acho melhor voltarmos agora, se o DEMD voltar a escola ainda hoje e não estivermos, vamos nos meter em encrenca- disse Isaac
Os garotos se dispidiram, marcando de se encontrarem novamente no dia seguinte.
[...]
-Artur, você ainda não me explicou por que voltar aqui logo agora- disse Wizardmon
-Eu só preciso conferir uma coisa- disse Artur, abrindo uma porta de uma sala muito pequena, no interior do Mosteiro, um lugar escuro, que não se ouvia sinal de presença de nenhum monge- mas, estão todos aqui, juntos com o Digi livro, então não oi o bruno que me ligou, mas era a voz dele, e ninguém mais sabia- disse Artur.
-Hã?
-O que foi Wizardmon?
-Eu vi, tem alguém aqui
Paty tentou se esconder, mas acabou derrubando um castiçal que ficava sobre um móvel ntregando sua presença, sem esperanças de disfarçar ela surgiu diante de Artur e Wizardmon com seu parceiro.
-Então aqui que você escondeu meus amigos, seu pilantra- disse Paty
-mas como... ah não, você não podia...
-Você que não podia ter feito iss, seu... isso não diferencia você de um assassino, mas você não vai continuar mantendo-os assim.
-Claro que vou, e você vai se unir a eles- Paty viu tudo ficar escuro e seu Parceiro, Artur e o outro Wizardmon estavam com ela, mas logo tudo voltou ao normal.
-O que, mas como?
-Acho que você não percebeu que eu também sei usar a Magia dos espiritos.
-Não pode, devia ser eu, o mais poderoso, ah- Artur começou a escarar Paty de um jeito estranho, ela logo pôs as mãos na cabeça, como se sentisse uma dor severa, depois ela ergueu suas mãos fazendo Artur se contorcer, os Wizardmons permaneciam imoveis,como se passassem seus poderes para seus parceiros, a luta não parecia severa, e eles pareciam estar em mesmo nivel de ataque, mas Paty fez algo que Atur não esperava, trouxe coisas ruins que Artur tinha feito a tona em sua memória no intuito de causar remorsso nele, o que pareceu dar certo, ele não conseguia mais revidar, mas a surpreendeu, impedindo seu ataque e fazendo o luar estremecer, fugindo enquanto Paty se distraiu.
-Precisamos tirá-los daqui, agora- disse Paty, indo até os corpos incoscientes de seus amigos quando o tremor parou, ela se concentrou, agora estava no meio do nada, com a visão voltada apenas para uma esfera que nvolvia três garotos, mas do que qualquer outra coisa, sua vontade ligada a magia dos espiritos rompeu a esfera, e tudo voltou ao normal numa rapidez desnorteante, Paty cambaleou antes de perceber que Bruno, Denise e Larissa começavam a acordar.
-Estamos, bem, estamos de volta- gritou bruno se tocando- Paty, é você Paty, obrigado, eu achei que não ia mais conseguir me sentir d novo
Larissa e denise se tocavam como se quizessem ter certeza que estavam de novo em seus corpos e começaram a sorrir, alegria que aumentou quando Kamemon, Amezimon e Falcomon os encontraram, eles foram direto a uma lanchonete, para matar a fome que agora eles sentiram fortemente, ao contrário de quando estavam em outra dimensão, e foi lá que Paty contou o que aconteceu dentro do mosteiro antes deles voltarem.
-Vocês acham que ele voltou pra casa?- perguntou denise
-Não acredito muito, afinal iriamos atrás dele-disse Larissa
-talvez, se não tivessemos conseguido isso- disse Bruno mostrando o que tinha nas mãos, o que pela euforia não haviam dado atenção.
-O Digi Livro, conseguimos- disse Kamemon
-Um Digitama?! Thuany o que você faz com um Digitama?- perguntou Bearmon
-Ai Bearmon que susto, por que você não me disse que estava aí?- disse Thuany
-Eu não estava, eu te segui agora, mas você estava tão distraida, mas você não me respondeu.
-Ah, bom eu vou precisar dele, eu tenho que saber o que aconteceu exatamente para que voltasse a ser Digitama, essa aqui é a Palmon.
-Como assim? Saber o que aconteceu?
-Vou Tentar usar o computador pra colher dados do Digitama, e tentar identificar que tipo de dados fizeram com que ela se transformasse em Digitama, que tipos de daos a arma do DEMD tem, se eu souber, vai ser fácil de identificar um jeito de criar algo mais forte.
-Tjuany, você é mesmo um gênio.
-Obrigado, mas não é esse tipo de reconhecimento que eu espero, pra mim nada vai importar se não puidermos viver tranquilos logo de novo.
[...]
Paty acabara de ouvir o que Kamemon, Amezimon e Falcomon tinham para contá-la.
-Eu, bem sinceramente eu não acreditaria nessa história em outros tempos, mas, ultimamente muita coisa tem acontecido.- disse Paty
-Então Paty você vai nos ajudar?- perguntou Falcomon
-Claro Falcomon, mas para que eu possa tentar fazer algo precisamos primeiro encontrar o lugar onde o Artur escondeu os corpos inconscints deles.
-Vocês fazem alguma idéia de onda possa ser?- perguntou Wizardmon
-Pior que não- disse Amezimon
-Mas, podemos descobrir, eu tenho um plano- disse Kamemon interessando-os- Paty você tem que fazer algo, mas antes precisamos te contar uma coisa
-O que?- perguntou paty
-Claro que você já usa esse poder, mas acho que não sabe o quanto isso é perigoso e poderoso, portanto acho que temos que te deixar ciente de tudo que sabemos sobre ele- disse kamemon
-Do que você está falando?- perguntou Paty
-Magia dos espíritos- disse Kamemon, com ajuda de Amezimon e Falcomon contou tudo que sabia sobre o poder que Paty e Wizardmon possuiam, embora parecesse extremamente interessada ela não parecia surpresa, ao contrário de Wizardmon que parecia estupefato como se encontrasse uma resposta que a muito desejava.
-Agora eu entendo, as coisas que vem me acontecendo, que falei , bate com o que vocês acabaram de me contar, coisas impressionantes como, como ler brevemente o pensamento de algumas pessoas, e mover coisas, eu comecei a pensar que fosse telecinese.
-desculpa Paty, mas não temos tempo agora precisamos do seu poder pra outra coisa- disse Kamemon
-Então Kamemon qual o plano?- perguntou Amezimon.
-Você tem que penetrar na mente do Artur, eu sei que é complicado, mas temos de tentar.
-Não, quer dizer, não é tão difícil agora, sabe é que talvez isso seja uma especialidade minha- disse Paty
-Como assim?- perguntou Falcomon
-Sabe acho que por analizar de mais, as vezes nem é preciso de magia pra entrar na mente das pessoas, por entender isso se torna possivel, e assim eu aperfeiçoei esse poder entende, olha o que importa agora é ajudar o Bruno e as meninas, e é melhor irmos já, já são mais de dezoito horas, ou vai ficar ainda mais tarde
-Vamos então.- disse Kamemon
Eles foram direto para a casa de Artur, mas não conseguiram pensar numa forma de aproximarem-se dele sem que ele percebesse, a não ser ficando na frente de sua casa, mas Paty por mais que tentasse precisava de contato visual, apesar disso nenhum dles saiu de lá, passando a noite na frente da casa, sem conseguir pregar o olho, restava esperar a hora de Artur sair pra escola, mas naquele dia ele demorou mais do que o esperado para sair de casa, já se aproximava das dez horas, Paty e os Digimons estavam exaustos e haviam se essondido em espaços entre as casas do outro lado da rua quando o avistaram sozinho, Kamemon e os outros estranharam quando Paty e Wizardmon ficaram feito estátuas, embora não houvessem viisto acontecer dessa forma sabia que eles estavam ultilizando a magia dos espiritos, mas estranhamente Artur também havia parado, como se tivessem o petrificado, Kamemon achou estranho que isso acontecesse com uma pessoa enquanto liam sua mente, até que ele Paty e Wizardmon voltaram a seus estados normais, mas Artur voltou pra dentro de casa.
-O que você fez?- susurrou Falcomon
-Criei uma ilusão, fiz ele acreditar que O Bruno se comunicou com ele agora- disse paty
-Mas, no que isso vai ajudar?- perguntou Amezimon
-Não entende? É perfeito, se ele achar que o Bruno se comunicou com ele agora vai achar que ele conseguiu acordar, e a primeira coisa que ele vai fazer é conferir o lugar onde eles estão- disse Falcomon
-Exatamente- disse Paty
-Então ele deve ter voltado pra...- antes que Kamemon terminasse de falar Falcomon o puxou paa esconde-lo, evitando que Artur e Wizardmon o vissem quando sairam, e eles os viram se distanciar as pressas.
-Vamos segui-los, mas com cautela- disse Paty.
-Vai ser bem dificil, se nos verem vamos chamar bastante atenção.- disse Kamemon.
-Tudo bem, é melhor vocês irem depois,m vamos só eu e o Wizardmon, e fiquem com isso aqui, eu ligo pra vocês- disse Paty entregando-lhes um celular.
[...]
Caio, Elves e Vanessa saiam do sitio do avô de Elves.
-Que droga, até perder as aulas por conta daquele idiota- disse Vanessa
-É não tem outro jeito, com certeza eles vão aparecer por lá, mas precisamos ir até aqueles arredores, e falar com alguém precisamos ter noticias- disse Elves
-E o meu Jornal, estava indo pra lá, e aqui nem tem internet, droga não podia ser pior- disse Vanessa
-Pronto, acabei de receber do Isaac a confirmação, ele vai nos encontrar junto com a Jéssica e o Herick, agora no Parque, vamos rápido eles tem de voltar a escola.- disse Caio
[...]
-Minha nossa- disse Paty ao parar, depois de seguir Artur por quase trinta minutos.
-O que foi? Por que esse espanto?- perguntou Wiuzardmon
-Olha pra onde ele está indo.
-ER o que tem esse lugar?
-É o Mosteiro de São bento, foi daqui, desse prédio que uma besta surgiu a quase um ano, deu pra ver por que a torre pode ser vista de vários lugares da cidade.
-Por que será que ele escolheu logo esse lugar heim?
-Não sei, mas vamos avisar aos Digimons, e vamos atras dele.
[...]
-Ai estão eles- disse Herick, que já esperava ao lado de Isaac e Jéssica, no Parque Ruber van der Lindem.
-Então, tudo bm?- perguntou Caio, todos se comprimentaram até que Elves se adiantou.
-E então, como foi com vocês, o DEMD foi até suas casas?
-Bom, foi sim, menos naquelas que o Jones não sabe onde fica, mas na escola nos observaram e fizeram perguntas, ainda bem que nos avisou, podemos esconder nossos parceiros a tempo- disse Isaac
-Comigo, nada conteceu, afinal eu nem conheço esse Jons, e ele Idem e acho melhor que ele continue sem saber que eu existo, eu não quero acabar no Jornal como procurado.
-Do que você está falando Herick?- perguntou Caio
-Disso- disse Jéssica, abrindo a bolsa que carregava e tirando um Jornal em que apareciam fotos de Caio, lves e vanessa- chegou Hoje, e como você não foi a escola, Genoveva me entregou, claro que quase me torturaram achando que eu sabia onde voc~e estava- disse Jéssica
-Não pode, ser, procurados, eles não podem fazer isso, como conseguiram essas fotos e por que só nós estamos aqui?- perguntou Elves
-Voc~e não vê, olha as acusações, tem desacato, roubo de substancias de estudo do DEMD, agressão a altoridade, e suspeita de ligação com terrorismo Digital, isso tudo traduz a nossa fuga do dia em que resgatamos os Digitamas, do felipe, do José Edison e da Milena, só pode ser por isso que apenas nós stamos aqui, devem ter nos reconhecido de alguma forma- disse Caio
-É reconheceram sim, mas vocês não estariam aí se naõ tivessem mostrado fotografias de vocês a eles- disse Isaac
-Ele não fez isso- disse Vanessa Incrédula
-Fez, eu não sei por que, mas ele está com ódio de vocês três em especial- disse Isaac
Elves contou oque havia acontecido com Kiwimon fazendo-os entender a situação.
-Então é realmente melhor vocês ficarem escondidos por um tempo, ou vão ser presos- disse Jéssica
-Não podem nos prender, somos menores de idade- disse Elves
-Não podem nos prender, por algumas dessas acusações Elves, mas foram criadas algumas subleis que se adaptam as normas do DEMD e tem a ver com Digimons, e essas não tem idade para serem aplicadas, podem nos prender sim- disse Vanessa
- A situação está pior do que esperavamos- disse Herick
-E onde vocês estão?- perguntou Jéssica
-No sitio do meu avô, ninguém sabe onde fica, vai ser melhor ficar isolado mesmo- disse Elves
-E sobre, A denise, a Larissa e o Bruno? Alguma noticia?- perguntou Caio
-nada- disse Isaac, e acho melhor voltarmos agora, se o DEMD voltar a escola ainda hoje e não estivermos, vamos nos meter em encrenca- disse Isaac
Os garotos se dispidiram, marcando de se encontrarem novamente no dia seguinte.
[...]
-Artur, você ainda não me explicou por que voltar aqui logo agora- disse Wizardmon
-Eu só preciso conferir uma coisa- disse Artur, abrindo uma porta de uma sala muito pequena, no interior do Mosteiro, um lugar escuro, que não se ouvia sinal de presença de nenhum monge- mas, estão todos aqui, juntos com o Digi livro, então não oi o bruno que me ligou, mas era a voz dele, e ninguém mais sabia- disse Artur.
-Hã?
-O que foi Wizardmon?
-Eu vi, tem alguém aqui
Paty tentou se esconder, mas acabou derrubando um castiçal que ficava sobre um móvel ntregando sua presença, sem esperanças de disfarçar ela surgiu diante de Artur e Wizardmon com seu parceiro.
-Então aqui que você escondeu meus amigos, seu pilantra- disse Paty
-mas como... ah não, você não podia...
-Você que não podia ter feito iss, seu... isso não diferencia você de um assassino, mas você não vai continuar mantendo-os assim.
-Claro que vou, e você vai se unir a eles- Paty viu tudo ficar escuro e seu Parceiro, Artur e o outro Wizardmon estavam com ela, mas logo tudo voltou ao normal.
-O que, mas como?
-Acho que você não percebeu que eu também sei usar a Magia dos espiritos.
-Não pode, devia ser eu, o mais poderoso, ah- Artur começou a escarar Paty de um jeito estranho, ela logo pôs as mãos na cabeça, como se sentisse uma dor severa, depois ela ergueu suas mãos fazendo Artur se contorcer, os Wizardmons permaneciam imoveis,como se passassem seus poderes para seus parceiros, a luta não parecia severa, e eles pareciam estar em mesmo nivel de ataque, mas Paty fez algo que Atur não esperava, trouxe coisas ruins que Artur tinha feito a tona em sua memória no intuito de causar remorsso nele, o que pareceu dar certo, ele não conseguia mais revidar, mas a surpreendeu, impedindo seu ataque e fazendo o luar estremecer, fugindo enquanto Paty se distraiu.
-Precisamos tirá-los daqui, agora- disse Paty, indo até os corpos incoscientes de seus amigos quando o tremor parou, ela se concentrou, agora estava no meio do nada, com a visão voltada apenas para uma esfera que nvolvia três garotos, mas do que qualquer outra coisa, sua vontade ligada a magia dos espiritos rompeu a esfera, e tudo voltou ao normal numa rapidez desnorteante, Paty cambaleou antes de perceber que Bruno, Denise e Larissa começavam a acordar.
-Estamos, bem, estamos de volta- gritou bruno se tocando- Paty, é você Paty, obrigado, eu achei que não ia mais conseguir me sentir d novo
Larissa e denise se tocavam como se quizessem ter certeza que estavam de novo em seus corpos e começaram a sorrir, alegria que aumentou quando Kamemon, Amezimon e Falcomon os encontraram, eles foram direto a uma lanchonete, para matar a fome que agora eles sentiram fortemente, ao contrário de quando estavam em outra dimensão, e foi lá que Paty contou o que aconteceu dentro do mosteiro antes deles voltarem.
-Vocês acham que ele voltou pra casa?- perguntou denise
-Não acredito muito, afinal iriamos atrás dele-disse Larissa
-talvez, se não tivessemos conseguido isso- disse Bruno mostrando o que tinha nas mãos, o que pela euforia não haviam dado atenção.
-O Digi Livro, conseguimos- disse Kamemon
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Paty A Salvação
Bruno, Larissa e Denise continuavam perdidos em outra dimensão.
-Não existe um jeito de sairmos daqui, caramba eu já nem me sinto mais viva- disse denise
-Droga, tem de haver um jeito, pensem temos de pensar- disse Bruno
-Pensar, é quase impossivel pensar aqui, é estranho tudo que eu pensou eu falo, não consigo me calar- disse Larissa
-Talvez por que embora vemos nossos corpos físicos, são apenas a forma de nossas mentes e acho que não dá pra pensar além do pensamento- disse Larissa
-Isso tudo já está me deixando confuso- disse Bruno
-Antes confuso que outra coisa, acho que morremos sabia, com certeza já se passou um mês ou mais que estamos aqui, e eu não sinto fome, sono, frio calor, não sinto nada- disse Denise
-Sono, não podemos sentir sono eu acho, por que pelo que eu acredito, quando dormimos nossas mentes viajam por outras dimensões, e dessa forma tmos sonhos, mas aqui algo nos prende- disse Larissa
-É tão estranho, tudo isso de corpo mente, sonho, espirito, é tudo tão inexplicavel, ligação com outras pessoas, sentimentos- disse Denise
-Ligação com outras pessoas é isso, nossos parceiros, só eles podem nos tirar daqui- disse Bruno
-Mas como, se ao menos tivessemos o GD- disse denise
-O GD não está com a gente e nem os pingentes com os brasões- disse Larissa
-Não precisamos deles, eu lembro alguém já me disse uma vez, os brasões tem lugar físico, mas para encontrá-los precisamos encontrá-los dentro de nós, e o GD ele só faz a nossa ligação com os Digimons se tornar material, garotas só precisamos nos concentrar, encontrar em nós mesmos os Brasões.
Larissa fechoui os olhos, embora soubessem que não conseguiam Bruno e Denise chegaram a pensar que ela dormia quando colocou as duas mãos juntas na frente do peito, e um brilho começou a envolver seu corpo, os dois entenderam o que acontecia e logo refizeram o gesto.
[...]
Kamemon andava pela cidade, a agenda de Bruno na sua mão e parecia desolado, quando se sentiu estranho, quando ouviu a voz do seu parceiro- concentre-se Kamemon- ele parou, não sabia como, mas sabia que devia , ele se concentrou e começou a se sentir quente.
Amezimon também havia ouvido Denise chamar, estava com Falcomon no forro do prédio central do EremG, Falcomon também estava ouvindo.
[...]
-Bruno, onde você está?- perguntou Kamemon, Bruno viu quando o que parecia uma progeção do corpo de Kamemon se aproximar da esfera em que estava preso
- Kamemon, eu posso vê-lo- eu consegui- disse Bruno, mas percebeu que Larissa e Denise também pareciam Felizes, e falavam com algo que ele não podia ver
-Amezimon, precisamos da sua ajuda- disse Denise
-Larissa, que lugar é este o que aconteceu?- perguntou Falcomon
-Vocês, com quem vocês estão falando?- perguntou bruno
-O Falcomon ele está aqui- disse Larissa
-Eu não o vejo, o Kamemon ele está aqui- disse Bruno
-Eu também não consigo ver- disse Denise, apenas o Amezimon.
-Claro, a ligação, existe apenas entre os parceiros por isso que só vemos os nossos Digimons- disse Bruno.
-Precisamos de ajuda Kamemon- disse Bruno.
-O que aconteceu?- perguntou Kamemon
Um a um, os garotos repetiram o acontecido para seus parceiros, o que os tinha feito parar ali.
-Mas não consigo tocá-lo, por que?- perguntou Kamemon.
-Algo relacionado a Magia dos espíritos, não entendo bem- disse Bruno
-Mas como vamos poder ajudar vocês Denise?- perguntou Amezimon
-Eu não sei, mas precisam avisar aos outros que fomos raptados pelo Artur- disse denise
-Não Denise, não ainda, ele pode fazer o mesmo com eles- disse Larissa
-Alguém precisa nos ajudar, mas parece que ninguém pode- disse Denise
-Se isso é causado pelo Wizardmon? Só um Wizardmon pra desfazer- disse Kamemon
-É claro- disse bruno
-O que Bruno?- perguntaram as garotas juntas que não podiam ouvir Kamemon.
-Outro Wizardmon pode nos ajudar, e só existem três- disse Bruno
-A professora Perpétua- disse Larissa
-Não!- disse Bruno- acho que não podemos confiar nela, mas existe alguém em quem a gente pode confiar, talvez a nossa única esperança.
-A Paty- disse kamemon
-Isso mesmo, a Paty.
-Não existe um jeito de sairmos daqui, caramba eu já nem me sinto mais viva- disse denise
-Droga, tem de haver um jeito, pensem temos de pensar- disse Bruno
-Pensar, é quase impossivel pensar aqui, é estranho tudo que eu pensou eu falo, não consigo me calar- disse Larissa
-Talvez por que embora vemos nossos corpos físicos, são apenas a forma de nossas mentes e acho que não dá pra pensar além do pensamento- disse Larissa
-Isso tudo já está me deixando confuso- disse Bruno
-Antes confuso que outra coisa, acho que morremos sabia, com certeza já se passou um mês ou mais que estamos aqui, e eu não sinto fome, sono, frio calor, não sinto nada- disse Denise
-Sono, não podemos sentir sono eu acho, por que pelo que eu acredito, quando dormimos nossas mentes viajam por outras dimensões, e dessa forma tmos sonhos, mas aqui algo nos prende- disse Larissa
-É tão estranho, tudo isso de corpo mente, sonho, espirito, é tudo tão inexplicavel, ligação com outras pessoas, sentimentos- disse Denise
-Ligação com outras pessoas é isso, nossos parceiros, só eles podem nos tirar daqui- disse Bruno
-Mas como, se ao menos tivessemos o GD- disse denise
-O GD não está com a gente e nem os pingentes com os brasões- disse Larissa
-Não precisamos deles, eu lembro alguém já me disse uma vez, os brasões tem lugar físico, mas para encontrá-los precisamos encontrá-los dentro de nós, e o GD ele só faz a nossa ligação com os Digimons se tornar material, garotas só precisamos nos concentrar, encontrar em nós mesmos os Brasões.
Larissa fechoui os olhos, embora soubessem que não conseguiam Bruno e Denise chegaram a pensar que ela dormia quando colocou as duas mãos juntas na frente do peito, e um brilho começou a envolver seu corpo, os dois entenderam o que acontecia e logo refizeram o gesto.
[...]
Kamemon andava pela cidade, a agenda de Bruno na sua mão e parecia desolado, quando se sentiu estranho, quando ouviu a voz do seu parceiro- concentre-se Kamemon- ele parou, não sabia como, mas sabia que devia , ele se concentrou e começou a se sentir quente.
Amezimon também havia ouvido Denise chamar, estava com Falcomon no forro do prédio central do EremG, Falcomon também estava ouvindo.
[...]
-Bruno, onde você está?- perguntou Kamemon, Bruno viu quando o que parecia uma progeção do corpo de Kamemon se aproximar da esfera em que estava preso
- Kamemon, eu posso vê-lo- eu consegui- disse Bruno, mas percebeu que Larissa e Denise também pareciam Felizes, e falavam com algo que ele não podia ver
-Amezimon, precisamos da sua ajuda- disse Denise
-Larissa, que lugar é este o que aconteceu?- perguntou Falcomon
-Vocês, com quem vocês estão falando?- perguntou bruno
-O Falcomon ele está aqui- disse Larissa
-Eu não o vejo, o Kamemon ele está aqui- disse Bruno
-Eu também não consigo ver- disse Denise, apenas o Amezimon.
-Claro, a ligação, existe apenas entre os parceiros por isso que só vemos os nossos Digimons- disse Bruno.
-Precisamos de ajuda Kamemon- disse Bruno.
-O que aconteceu?- perguntou Kamemon
Um a um, os garotos repetiram o acontecido para seus parceiros, o que os tinha feito parar ali.
-Mas não consigo tocá-lo, por que?- perguntou Kamemon.
-Algo relacionado a Magia dos espíritos, não entendo bem- disse Bruno
-Mas como vamos poder ajudar vocês Denise?- perguntou Amezimon
-Eu não sei, mas precisam avisar aos outros que fomos raptados pelo Artur- disse denise
-Não Denise, não ainda, ele pode fazer o mesmo com eles- disse Larissa
-Alguém precisa nos ajudar, mas parece que ninguém pode- disse Denise
-Se isso é causado pelo Wizardmon? Só um Wizardmon pra desfazer- disse Kamemon
-É claro- disse bruno
-O que Bruno?- perguntaram as garotas juntas que não podiam ouvir Kamemon.
-Outro Wizardmon pode nos ajudar, e só existem três- disse Bruno
-A professora Perpétua- disse Larissa
-Não!- disse Bruno- acho que não podemos confiar nela, mas existe alguém em quem a gente pode confiar, talvez a nossa única esperança.
-A Paty- disse kamemon
-Isso mesmo, a Paty.
sábado, 23 de maio de 2009
Hora De Se Esconder
-Droga , a quanto tempo estamos aqui, meses anos? Eu não aguento mais, eu não aguento- dizia Denise nervosa
-Não fica desse jeito, nossas mentes estão presas, então temos que deixá-las fortes, se não podemos enlouquecer ou nunca sair daqui, precisamos nos controlar- disse Bruno
-Nos controlar? é Muito fácil se controlar quando se está praticamente Morto, flutuando ou caindo no meio da escuridão e dentro de uma bolha que eu não consigo tocar, eu nunca pensei que pudesse passar por isso, não vamos conseguir sair daqui, não vamos- disse Larissa
-Por favor gente deve haver um jeito, só precisamos pensar, deve haver- disse Bruno, também tentando se convencer
[...]
-O que pode ter acontecido com eles o que?- perguntava-se Kamemon.
-Eu não sei, mas acho que não deviamos te-los deixado sair sozinhos, fomos egoístas, com medo do DEMD droga, e agora A Denise sumiu, e é tudo culpa minha- disse Amezimon
-Precisamos dar um jeito de encontrá-los, eles foram na casa daquele garoto...
-Não, nós já fomos lá, eles não chegaram lá, você ouviu o que ele disse, se eles tivessem ido aquela empregada saberia, e ele nosperguntou o que eles iam fazer lá, se eles realmente tivessem ido ele não se mostraria tão curioso.
-Vamos esperá-los, aqui, eles vão voltar eles tem que voltar.- disse kamemon
-Se a Larissa não voltar, eu mesmo me entrego para o DEMD- disse Falcomon.
Cinco dias se passaram sem nenhuma noticia de Bruno, Denise e Larissa, os Digi escolhidos procuravam por toda parte, por mais de uma vez foram ao Mundo Digital, mas não faziam idéia de onde eles podiam estar, e mais ataques na cidade fazia com que os jornais parassem de falar do desaparecimento, no domingo, agentes do DEMD encontraram as casas de Jailton e Greyciele por conta de ataques próximos, e os levaram junto com seus Digimons até a sede do departamento, onde prenderam seus parceiros, e interrogaram-os.
-Eu já falei, nós não estamos querendo destruir, se não fosse por nós o mundo já...
-Não venha com essa história de novo garoto, diga quais são os planos dessas aberrações.
-Não tem plano, e se os digimaus tiverem não sou eu que vou saber.´- disse Jailton
-Eles não vai falar não adianta- disse o comandante- e a garota?
O outro balançou a cabeça negativamente
-E se usassemos....
-Não, infelizmente é ilegal tortura-los, ainda são menores de idade, isso nos complicaria.
-Nos deixe ir embora, nós e nossos parceiros já estamos aqui há dez horas.
-Já vi que não vai adiantar prnde-los aqui, e acho que dez horas são o suficiente para medir a capacidade e os poderes das criaturas.
-Sim senhor, o ideal é de nove horas.
-Otimo, soltem eles, e quando aos monstrois sabem o que fazer
-Não, o que está pensando em... não não faça nada com eles.
-Calado garoto- disse o agente dando um tapa em Jailton que estava preso a uma cadeira.
[...]
-Culumon, desculpa perguntar , mas e esses seus poderes que não se revelam nunca?- perguntou Vitor.
-Desculpa também, mas não sou eu que controlo o momento.
-estamos sempre evitando que os Digimons se aproximem de você, mas enquanto isso lá fora muita coisa ruim acontece, você sabe o que aconteceu hoje cedo? Prenderam o Jailton e a Greyciele e depois destruiram os parceiros deles, mas dessa vez eles não puderam ficar com os Digitamas como os outros, quantos mais vão passar por isso? E o que vãp fazer quando os Digitamas que estão no DEMD chocarem?
-Eles não vão chocar, não enquanto, estiveem longe de seus parceiros, ou enquanto seus brasões não recuperare, poderes.
-Como assim? O que você quer dizer?- perguntou Kiwbimon
-Ser destruido, por tecnologia faz com que os dados percam informações inmortantes, tem que começar tudo de novo e até que estejam tempo o suficiente com seus parceiros para que a compatibilidade dos dois possa chocar os Digitamas, eles vão continuar como ovos.
-Isso significa então, que perdemos mesmo esses Digimons que foram destruidos?- perguntou Marcos
-É, mais ou menos, mas agora vocês que restam vão ter que resolver tudo sozinhos, para que eles possam voltar depois.
Na quinta, Elves abordou Caio e Vanessa na sala, para que eles se deixassem ficar pra trás na hora do almoço.
-Elvesonde é que você estava? - perguntou Vanessa
-Precisamos ir agora
-Ir pra onde?- perguntou Caio
-Vão para suas casas, e peguem seus parceiros, e me encontrem na minha casa, isso tudo tem que ser feito agora.
-Mas...
-Confiem em mim.
-Tudo bem, Vanessa se ele está dizendo- disse Caio
-Mas como vamos sair? Os muros estão sendo vigiados- disse Vanessa.
-Trazendo todos pra cá- disse Elves
-Como vamos conseguir isso?
-Deixa comigo.- disse Caio ligando o ventilador.
-Você ficou maluco? Esse Ventilador Pode Queimar, Não Podemos Ligar Ele- disse Vanessa
-É exatamente isso que eu quero, vamos sair daqui o cheiro de queimado já está ficando insuportavel- disse Elves
Os três sairam da sala e minutos depois ouviram uma pequena explosão, algumas pessoas da sala já estavam dentro, e sairam correndo quando o ventilador começou a pegar fogo, e uma multidão se aglomerou ao redor da porta da sala enquanto os professores e os funcionarios tentavam controlar algumas pessoas.
-Vamos aproveitar agora para pular, e levem uma mochila com roupas para vocês- disse Elves
-Pra quê?- perguntou Caio
-Vão eu explico depois.
Os três foram para suas casas, e em pouco tempo estavam reunidos na casa de Elves, que sem explicar nada pediu que eles o seguissem, e pegando um taxi foram até um lugar em que não se via casas, só animais e algumas cercas, onde o taxi não pode continuar.
-Só precisamos caminhar um pouco.
-Elves que lugar é esse?- perguntou Vanessa
-Esse é o caminho para o sítio do meu avô.
-Mas por que você nos trouxe pra cá e exatamente agora.?- perguntou Caio
-Por que o Jones sabe onde ficam as nossas casas, e a essa hora o DEMD deve estar indo pra lá.
-Mas por que? Você está querendo dizer que ele nos entregou?- perguntou Vanessa
-É, eu ajudei o Kiwimon a voltar ao Mundo Digital , lá na escola, ele estava lá o Jones queria que ele lutasse, mas ele teve medo e acabou contando a farsa dele não ser parceiro dele embora eu tentei impedir- disse Elves
-Por isso que ele também não estava nas duas ultimas aulas antes do almoço.- disse Caio
-Exato, mas o Jones enlouqueceu ele quis bater no Kiwimon e ele fugiu, mas o Jones não foi atras dele , estava com raiva e disse que ia acabar com a gente, nós três, disse nossos nomes, ele pensa que a culpa da farsa é nossa, por estarmos sempre juntos ele deve ter pensado que estamos juntos nisso também, e disse que ia direto pro DEMD e saiu para o muro, eu o segui, mas ele foi rápido, a Berenice o viu, mas não pode impedi-lo.
-Aquele desgraçado, ah mas ele me paga-disse Vanessa
-Mas e os outros? perguntou Agumon
-Eu já os avisei, mas acho que nós deveriamos tomar mais cuidado.
-E por quanto tempo vamos ficar por aqui?- perguntou Caio
-Pelo menos uma semana, até que o DEMD desista de nós, eles não vão apenas uma vez em nossas casas.- disse Tentomon.
-Que otimo então agora somos fugitivos da lei- disse Labramon
-Não fica desse jeito, nossas mentes estão presas, então temos que deixá-las fortes, se não podemos enlouquecer ou nunca sair daqui, precisamos nos controlar- disse Bruno
-Nos controlar? é Muito fácil se controlar quando se está praticamente Morto, flutuando ou caindo no meio da escuridão e dentro de uma bolha que eu não consigo tocar, eu nunca pensei que pudesse passar por isso, não vamos conseguir sair daqui, não vamos- disse Larissa
-Por favor gente deve haver um jeito, só precisamos pensar, deve haver- disse Bruno, também tentando se convencer
[...]
-O que pode ter acontecido com eles o que?- perguntava-se Kamemon.
-Eu não sei, mas acho que não deviamos te-los deixado sair sozinhos, fomos egoístas, com medo do DEMD droga, e agora A Denise sumiu, e é tudo culpa minha- disse Amezimon
-Precisamos dar um jeito de encontrá-los, eles foram na casa daquele garoto...
-Não, nós já fomos lá, eles não chegaram lá, você ouviu o que ele disse, se eles tivessem ido aquela empregada saberia, e ele nosperguntou o que eles iam fazer lá, se eles realmente tivessem ido ele não se mostraria tão curioso.
-Vamos esperá-los, aqui, eles vão voltar eles tem que voltar.- disse kamemon
-Se a Larissa não voltar, eu mesmo me entrego para o DEMD- disse Falcomon.
Cinco dias se passaram sem nenhuma noticia de Bruno, Denise e Larissa, os Digi escolhidos procuravam por toda parte, por mais de uma vez foram ao Mundo Digital, mas não faziam idéia de onde eles podiam estar, e mais ataques na cidade fazia com que os jornais parassem de falar do desaparecimento, no domingo, agentes do DEMD encontraram as casas de Jailton e Greyciele por conta de ataques próximos, e os levaram junto com seus Digimons até a sede do departamento, onde prenderam seus parceiros, e interrogaram-os.
-Eu já falei, nós não estamos querendo destruir, se não fosse por nós o mundo já...
-Não venha com essa história de novo garoto, diga quais são os planos dessas aberrações.
-Não tem plano, e se os digimaus tiverem não sou eu que vou saber.´- disse Jailton
-Eles não vai falar não adianta- disse o comandante- e a garota?
O outro balançou a cabeça negativamente
-E se usassemos....
-Não, infelizmente é ilegal tortura-los, ainda são menores de idade, isso nos complicaria.
-Nos deixe ir embora, nós e nossos parceiros já estamos aqui há dez horas.
-Já vi que não vai adiantar prnde-los aqui, e acho que dez horas são o suficiente para medir a capacidade e os poderes das criaturas.
-Sim senhor, o ideal é de nove horas.
-Otimo, soltem eles, e quando aos monstrois sabem o que fazer
-Não, o que está pensando em... não não faça nada com eles.
-Calado garoto- disse o agente dando um tapa em Jailton que estava preso a uma cadeira.
[...]
-Culumon, desculpa perguntar , mas e esses seus poderes que não se revelam nunca?- perguntou Vitor.
-Desculpa também, mas não sou eu que controlo o momento.
-estamos sempre evitando que os Digimons se aproximem de você, mas enquanto isso lá fora muita coisa ruim acontece, você sabe o que aconteceu hoje cedo? Prenderam o Jailton e a Greyciele e depois destruiram os parceiros deles, mas dessa vez eles não puderam ficar com os Digitamas como os outros, quantos mais vão passar por isso? E o que vãp fazer quando os Digitamas que estão no DEMD chocarem?
-Eles não vão chocar, não enquanto, estiveem longe de seus parceiros, ou enquanto seus brasões não recuperare, poderes.
-Como assim? O que você quer dizer?- perguntou Kiwbimon
-Ser destruido, por tecnologia faz com que os dados percam informações inmortantes, tem que começar tudo de novo e até que estejam tempo o suficiente com seus parceiros para que a compatibilidade dos dois possa chocar os Digitamas, eles vão continuar como ovos.
-Isso significa então, que perdemos mesmo esses Digimons que foram destruidos?- perguntou Marcos
-É, mais ou menos, mas agora vocês que restam vão ter que resolver tudo sozinhos, para que eles possam voltar depois.
Na quinta, Elves abordou Caio e Vanessa na sala, para que eles se deixassem ficar pra trás na hora do almoço.
-Elvesonde é que você estava? - perguntou Vanessa
-Precisamos ir agora
-Ir pra onde?- perguntou Caio
-Vão para suas casas, e peguem seus parceiros, e me encontrem na minha casa, isso tudo tem que ser feito agora.
-Mas...
-Confiem em mim.
-Tudo bem, Vanessa se ele está dizendo- disse Caio
-Mas como vamos sair? Os muros estão sendo vigiados- disse Vanessa.
-Trazendo todos pra cá- disse Elves
-Como vamos conseguir isso?
-Deixa comigo.- disse Caio ligando o ventilador.
-Você ficou maluco? Esse Ventilador Pode Queimar, Não Podemos Ligar Ele- disse Vanessa
-É exatamente isso que eu quero, vamos sair daqui o cheiro de queimado já está ficando insuportavel- disse Elves
Os três sairam da sala e minutos depois ouviram uma pequena explosão, algumas pessoas da sala já estavam dentro, e sairam correndo quando o ventilador começou a pegar fogo, e uma multidão se aglomerou ao redor da porta da sala enquanto os professores e os funcionarios tentavam controlar algumas pessoas.
-Vamos aproveitar agora para pular, e levem uma mochila com roupas para vocês- disse Elves
-Pra quê?- perguntou Caio
-Vão eu explico depois.
Os três foram para suas casas, e em pouco tempo estavam reunidos na casa de Elves, que sem explicar nada pediu que eles o seguissem, e pegando um taxi foram até um lugar em que não se via casas, só animais e algumas cercas, onde o taxi não pode continuar.
-Só precisamos caminhar um pouco.
-Elves que lugar é esse?- perguntou Vanessa
-Esse é o caminho para o sítio do meu avô.
-Mas por que você nos trouxe pra cá e exatamente agora.?- perguntou Caio
-Por que o Jones sabe onde ficam as nossas casas, e a essa hora o DEMD deve estar indo pra lá.
-Mas por que? Você está querendo dizer que ele nos entregou?- perguntou Vanessa
-É, eu ajudei o Kiwimon a voltar ao Mundo Digital , lá na escola, ele estava lá o Jones queria que ele lutasse, mas ele teve medo e acabou contando a farsa dele não ser parceiro dele embora eu tentei impedir- disse Elves
-Por isso que ele também não estava nas duas ultimas aulas antes do almoço.- disse Caio
-Exato, mas o Jones enlouqueceu ele quis bater no Kiwimon e ele fugiu, mas o Jones não foi atras dele , estava com raiva e disse que ia acabar com a gente, nós três, disse nossos nomes, ele pensa que a culpa da farsa é nossa, por estarmos sempre juntos ele deve ter pensado que estamos juntos nisso também, e disse que ia direto pro DEMD e saiu para o muro, eu o segui, mas ele foi rápido, a Berenice o viu, mas não pode impedi-lo.
-Aquele desgraçado, ah mas ele me paga-disse Vanessa
-Mas e os outros? perguntou Agumon
-Eu já os avisei, mas acho que nós deveriamos tomar mais cuidado.
-E por quanto tempo vamos ficar por aqui?- perguntou Caio
-Pelo menos uma semana, até que o DEMD desista de nós, eles não vão apenas uma vez em nossas casas.- disse Tentomon.
-Que otimo então agora somos fugitivos da lei- disse Labramon
Assinar:
Postagens (Atom)