Caio, Elves e Vanessa aproximaram-se cautelosamente do prédio onde funcionava o DEMD, estava do outro lado da rua, que só tinha um vasto trrno cheio de arbustos e árores, apesar de sempre terem morado em Garanhuns, nenhum deles nunca havia estado ali, nem lembravam daquel prédio, era grande tinha tês andares, e lembrava o prédio de um hospital da cidade.
-Como vamos entrar sem que nos percebam?- perguntou Caio
-Um de nós vai ter que ser recebido- disse Vanessa
-Como assim, você diz se entregar?- perguntou Elves
-Claro, eu vou, eu posso inventar alguma história sore o plano dos Digimons que é o que eles vão perguntar e ganho tempo, assim vejo como é lá dentro e digo como vocês fazem pra entrar.
-É meio que isso mesmo Caio, tudo bem então vai você, mas como fazer pra nos dizer o caminho? E Você tem que fazer uma exigencia pra dar o depoimento, claro que eles não vão aceitar liberar nossos parceiros, mas vão aceitar te levar pra vê-los- disse Vanessa
-E assim você vai saber onde fica a cela que eles estão, e nos dizer- disse Elvs
-Claro, e bem que tal se a gente usar o tênis polar?- sugeiu Caio
-Otima idéia- disse Elves
-Tenis o quê?- perguntou Vanessa
-É um código, vimos na coleção os Karas de Manuel bandeira, é só colocar a palavra Tenis em cima da palavra polar e subistuir as letras, assim- Caio pegou o Gd e escreveu-
T E N I S
P O L A R
Direita e Esquerda Vão ser DASOAPI E ORQUOSDO, assim como as outras instrunções, assim eles não vão perceber que estamos nos comunicando- disse Caio
-É realmente uma idéia ótima, então, vamos, Boa sorte Caio- disse Vanessa
Caio acenos com a cabeça e atravessou a rua, entrar na recpção foi fácil os agentes do lado de fora não o reconheciam, mas quando chegou no que parecia uma sala de espera com algumas pessoas estranhas, ele viu que não ia prosseguir com facilidade quando viu cartazes que mostravam, ele, Elves e Vanessa .
-Darfisçis, cispizor feper lerrir- disse Caio Baixo
[...]
-Ele disse disse, disraçar, cartazes com fotos nossos, vamos ter que entrar disfarçados- disse Elves
[...]
Caio olhou para o lado onde viu uma mulher nervosa, que falaa em alto e bom som ter sido atacado por um Digimon, que se esconde no quintal dela, ele viu que ninguém ainda havia percebido sua presença até que foi surpreendido, algu´m o segurou por tras com uma chave de braço, e isso fez várias pessoas se virarem para eles.
-Me solta, eu vim me entregar- disse Caio
-Ah é? E Onde estão os seus amiguinhos?- disse o Homem que o segurava, sem soltá-lo.
-Fugiram, não quiseram se entregar comigo, mas posso dizer onde eles estão.
-Diga.
-Aqui? vai querer que eu fale sobre tudo aqui? E se você parasse de me segurar desse jeito eu agradeceria
O Homem o soltou, e ao Vê-lo, Caio reconheceu o mesmo agnte em que Vanessa havia dado um soco quando fugiam do estacionamento de uma loja, o homem o segurou plos ombros Bruscamente, e começou a empurrá-lo, até um elevador, ele viu que quase no fim da parede onde icavam os elevadores tinham degraus.
-Rili Ortosi, torreir tisi quoachi, tisodo orquosdo, dogsiur, onovides
[...]
-Sala espera, pessoas para queicha. parede esquerda elevador, degrau- traduiziu Elves
[...]
-O que disse?-perguntou o Homem
-Nada, só estou pensando alto- disse Caio, quando entrava no elevador, começando a entrar em pânico, detestava elevadores, mas se controlou, viu quando foi até o segundo andar, a porta abriu e le foi empurrado, pessoas que pareciam exentricas, a maioria com óculos e com roupas que lembravam um jaleco, mas pretas, e informais por dentro circulavam, poucas, mas não deram atenção quando eles passaram.
-Filcaelisaer, rogulde ildis
[...]
-Funcionários , segunda andar
[...]
-Espera, antes de depor eu quero ver o meu Digimon- disse Caio
-Não.
-Por Favor, eu vou contar tudo, mas me deixe vê-lo.
-Quando terminar o seu depoimento, deixarei vê-lo, antes que ele vire ovo- disse o Homem com certa arrogancia
-Pois se eu não o ver agora, não vou abrir minha boca.
-Garoto insolente, tudo bem, mas vai vê-lo atraves de um vidro resistente, nada de gracinhas- o homem começou a guiá-lo até o fim do corredor, entrando em outro e nesse indo até uma porta onde entraram revelando uma estranha sala, cheia de fios, e controles, e onde ficavam portas de metal com pequenas janelas de vidros, onde ele conseguiu ver Agumon, Labramon e Tentomon que pareciam fracos, mas não estavam ligados a nada, Caio observou bem as portas tinham controles nelas e ele imaginou que se precisaria de algum código, e foi o que ele passou para os seus amigos, antes de ser conduzido até a sala de interrogatório, que ele também disse onde ficava.
-Cessods om fsolpo, roguldi tespi.
[...]
-Corredor, em frente segunda porta, pronto agora já sabemos o sufiiente vanessa, Vamos- disse Elves
[...]
-O que você tanto fala aí?
-Eu só estou rezando, pedindo perdão por ter que entragar eles- mentiu caio
-Sempre odiei religiosidade, agora começa a falar, o que você sabe dessas aberrações.
-Tudo bem, o plano inicial era usar humanos pra fazer experiencias e...
[...]
-Pronto Elves, já deu pra dar uma disfarçada, segundo o que o Caio passou, o cara que mais lembra d'a gente está interrogando ele, tem que dar certo- disse Vanessa
Os dois foram até o prédio, Vanessa usava um óculos que aumentava seus olhos, e Elves usava um chapeu estranho, e tinha olheiras, ele achou desnecessário, mas segundo Vanessa dava um aspecto de mais velho, os dois esntraram, e viram pessoas sentadas esperando pra denunciar, agentes andavam pelo saguão, e os dois comçaram a s dirigir para onde tinham escadas
-Vocês, vão fazer denuncia, peguem a senha e esperem ali- disse um agente
-Tudo bem-disse Vanessa indo até uma maquina imprensora e pegando a senha, eles esperaram por quase dois minutos, quando um telefonema fez com que vários dos agentes saissem.
-Deve ser um ataque- disse Elves
-É, mas inflizmente não podemos ajudar- susurrou Vanessa, levantando-se em outra tentativa de ir até a escada, mas voltando ao lugar quando um funcionário olhou pra ela.
-Precisamos dar um jeito de chegar até lá- disse Vanessa
Eles olhou para o lado, a duas cadeiras dele estava um homem quase dormindo, parecia ter sido sujo por algo e tinha os pés na cadeira da frente onde uma mulher assustada e agora parecia irritada, Vanessa não entendeu quando ele sentou-se do lado do homem, e fingindo dormir deixou uma moeda cair, quando o homem se abaixou para pegar, Elves apalpou as nádegas da mulher na cadeira da frente, e voltou a fingir dormir, quando a mulher se virou vendo o homem abaixado atras dela, não deu outra, ela começou a agredi-lo descontroladamente chamando=-o de tarado e chamando a atrnão de todos, a mulher parecia desequilibrada, e uma miultidão se aglomerou em volta para ajudar, mas ela não o largava, Elves e Vanessa aproveitaram a confusão pra ir até as escadas, onde subiram rapidamente chegando ao segundo andar, mas assim que pulseram os pés no ultimo degrau, o qu parecia uma funcionária que ia descer os viu e já se virara para avisar a alguém, quando Vanessa a segurou.
-Você não pode nos entregar
-Vocês não podem estar aqui, é uma área... a mulher calou-se quando Vanessa tirou uma arma de dentro da mochila e apontou pra ela, Elves se assustou, não imaginava onde a amiga conseguira a arma nem que ela pudesse fazer o que estava fazendo.
-Você vai nos levar até a cela onde estão os Digimons,e vai andar tranquilamente, não vai deixar ninguém perceber nada, ou eu atiro em você, eu não quero ter que fazer isso, mas...
-Tudo bem, mas aviso garota você não sabe o que está fazendo, essas criaturas vão acabar com voc~es também...
-Eles vão salvar as pessoas, como sempre nos salvaram, são idiotas como você que vão acabar com a gente, agora anda.
Vanessa escondeu a arma dentro do casaco que vestia, mas grudou na fuiuncionaria para que ela sentisse a arma, enquanto ela os levava para a cela, alguns perguntaram o que a muljher de nome Ursula fazia já que havia acabado o expediente dela, mas ela disfarçou, e não deram importancia até chegarem as celas.
-Digita o código e abre- disse Vanessa
-Eu não sei o código.
-É claro que você sabe.
-Não eu não sei eu...
-Digita o código por favor é por uma boa causa- disse Vanessa
-Não, não vou digitar e contribuir com essa loucura- disse a Mulher aproveitando a insegurança de Vanessa para se impor
-Eu tyentei ser legal, mas... Digita logo essa porcaria desse códigoi ou eu estouro seus miolos- disse Vanessa empurrando bruscamentea arma na cabeça da mulher.
-Tudo bem, tudo bem calma- a mulher estava assustada quando digitou, Elves estava tão assustado quando ela quando a porta se abriu, e ela desligou os sistemas de analise, os Digimons correram para eles quando os viram, mas Vanessa se esqueceu de úrsula, e quando percebeu um alarme já estava ecoando pelo prédio
-Rápido fujam- disse Elves
Os cinco correram saindo da sala e evitando algumas pessoas, por conta da arma que vanessa atirava, o Homem que interrogava Caio saiu da sala atônito, e apontava uma arma pra Vanessa quando Caio, pulou em cima dele derrubando-o, e com ajuda de Elvers se levantando e juntando-se a eles na fuga, eles perceberam, que o amigo tinha as mãos amarradas, mas tinham que correr, os digimons estavam fracos, e tentomon quase foi atingido por um tiro de uma das armas do DemD.
-Pomham eles nos braços, eles não vão atirar em nós- disse Vanessa
-Por que voc~e não atira só pra assustar- gritou Elves
-O que? Voc~está armada?- surpreendeu-se Caio
-É de brinquedo, vai ser inúltil agora.
Eles estavam descendo os degraus, quando ouviram passos em cima e em baixo, e tiveram que entrar no primeiro andar, correndo ainda encontrando mais funcionários, eles entraram na primeira sala que encontraram que tinham um assutado home que já se dirigia para a mesa quando Elves atirou um retrato na cabeça dele fazendo-o desmaiar.
-Segurem a porta- disse Vanessa colocando Labramon no chão e tiranmdo um pen-Drive da mochila, colocando-o no computador em cima da mesa do Homem que desmaiara.
-estamos encurralados- disse Agumon
-O que você está fazendo vanessa?- perguntou Caio
-Segurem a porta e perguntem menos.
Estava quase impossivel segurar a porta, Caio segurou enquanto Elves arrastava uma poltrona, e depois outros móveis para segurar fazendo com que pudessem soltar, as batidas cada vez mais intensas continuavam, quando eles soltaram a porta, os dois e seus parceiros se apoximaram de Vanessa para ver o que ela fazia, mas não deu tempo.
-Pronto, Digi Portal abrir, vamos- vanmessa os segurou e eles seguraram os seus Digimons, no momento em que conseguiram abrir a porta e vários agentes entraram, mas a sala estava vazia, a não ser por um desacordado diretor de operções, o agente que interrogara Caio se irritou ao constatar que eles haviam fugido, e não entendeu por que o computador estava ligado, sua irritação foi tamanha que ele chutou o computador fazendo-o quebrar quando Caiu no chão.
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